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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

(V)

'Vagina - Ver órgãos genitais.

'Varizes - Turmalina verde mais rubilita. A turmalina pode ser
substituída por uma junção de biterminado mais fluorita ou
quartzo verde. Pode-se ainda utilizar biterminado mais he-
matita. Use, se quiser, a pedra da área afetada, geralmente
fumê (coxas e pernas) ou turmalina preta.

'Veias -- O mesmo que para varizes. Ver aparelho circulatório, se
for o caso.

'Veneno - Ver intoxicação.
'Verdade - Obsidiana. Se for para revelar somente o outro, leo-
pardita. Se for a respeito de si mesmo, pirita e cornalina
podem ajudar. Pedra-da-lua, crisopraso, talco, rodocrosita
ou kunzita também auxiliam na revelação dos nossos valo-
res.

'vermes - Ametista mais rubilita ou granada ou hematita ou
quartzo verde na água de beber, tudo junto, de preferência.
Pode-se acrescentar, se quiser, um biterminado branco ou
verde ou uma turmalina verde. Use também uma pedra do
segundo chakra, a calcita laranja é a melhor e, se quiser, um
fumê, para ajudar a "pôr pra fora", puxar na direção do chão.

'Vértebras - Ver coluna. Acrescentar pedra da área atingida.

'Verruga -- Ametista mais hematita ou rubilita ou granada. Se
possivel, colocar sobre o local ou o mais próximo possível.
Acrescentar, se quiser, ametista na água de beber, e quartzo
verde.

'Vesicula -Crisopraso e/ou turmalina verde ou quartzo verde.

'Viagem - Serpentina. Pedras de proteção e pedra do prazer.
Olho-de-tigre vermelho é muito boa para se fazer a coisa certa
na hora certa sem complicações nem perdas de tempo.

'Violência - Para acalmar, turmalina verde ou água-marinha,
fluorita ou quartzo rosa mais quartzo branco. Para se prote-
ger, pedras de proteção, de preferência as do chakra de base.
Se quiser harmonizar, junte o quartzo rosa.

'Vista, problemas simples (miopia, astigmatismo, vista cansada,
coisas amenas) - Usar óculos (ver ametista). Conjuntivite, infla-
mações ou irritações podem ser tratadas com o colírio de
ametista, que serve para todos os problemas em geral nesta
área, inclusive a perda da visão por causa de diabetes.

'Vista, problemas complexos -Usar óculos (ver ametista), acres-
centando na nuca uma ametista ou uma pedra azul, se pos-
sível biterminada.

'Vista cansada - Ver vista, problemas simples.

'Vômito - Ver náusea. Pode acrescentar um fumê, se quiser.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(X)

'Xistossoma - A mesma orientação para vermes.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(u)

'Úlcera - Ver gastrite.

'Útero - Rubilita.

'Uretra - Rubilita ou granada. Pode-se acrescentar um bitermi-
nado ou uma turmalina verde ou fluorita nos casos de infec-
ção ou inflamação.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(T)

'Talento - Kunzita e/ou rodocrosita e/ou talco ou crisopraso
e/ou pirita e/ou cornalina.

'Tendão, tendinite - Cianita é a mais indicada. Mas qualquer
pedra azul (ver quinto chakra) ou a ametista ou uma das
calmantes pode ser utilizada.

'Terapia - Cacochinita auxilia a transformação de suas relações
imediatas, no nível físico ou emocional. Obsidiana e pedra-
do-sol azul, assim como a pirita e a cornalina, ajudam a
pessoa a se revelar para si mesma. Obsidiana e/ou leopardi-
ta, principalmente quando acopladas a um biterminado, fa-
zem com que o cliente se revele mais fácil e rapidamente ao
terapeuta.

'Testículo - Rubilita ou granada. Se quiser, acrescente calcita
laranja.

'Timidez - Pedras azuis-esverdeadas (ver áreas intermediárias)
mais citrino mais uma pedra vermelha (ver primeiro chakra).
E/ou azurita.

'Tirar máscaras - Ver falsidade.

'Tireóide - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra). Se quiser,
equilibre com uma calcita laranja ou cornalina.

- Sodalita, de preferência na água de beber. Se não tiver,
use outra pedra azul (ver quinto chakra) ou fluorita ou quart-
zo verde.

'Trauma - Canga rosa. Pode acrescentar uma esmeralda, se qui-
ser.

'Tristeza - Turquesa. Acrescentar quartzo rosa se tiver mágoa.

'Trompa - Rubilita. Pode acrescentar, se quiser, um biterminado
e/ou calcita laranja.

'Tuberculose - Ver pulmão, ver aparelho respiratório. Basica-
mente, usar topázio ou biterminado mais citrino ou fluorita
amarela. Acrescente uma rubilita ou granada junto com uma
sodalita ou turmalina azul ou quartzo azul, para a tosse, para
expulsar a infecção.

'Tumor - Ametista, de preferência na água. Ametista e a pedra
da cor da área atingida, o mais próximo possível do local.
Pode usar quartzo verde, ou outra verde, para ajudar na cura.
A energização com as mãos, que a própria pessoa pode se
auto-aplicar, tem se mostrado altamente eficaz, assim como
o primeiro exercício de energização pessoal (ver o livro Para
Mim Apenas o Melhor).

'Turbulência - Pedra da neve. Ou quartzo branco leitoso.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(S)

'Sabedoria - Jade. Ou cristal fantasma.

'Sangue -Rubilita ou hematita ou qualquer pedra vermelha (ver
primeiro chakra). Ver aparelho circulatório.

'Seios - Ver mama.

'Sensíbilidade Quartzo rosa ou turmalina verde. Qualquer pedra
do quarto chakra verde-limão (ver áreas intermediárias).
Pode-se acrescentar um citrino.

'Sensualidade - Bastão de massagem. Pode-se acrescentar qual-
quer pedra vermelha (ver primeiro chakra) e/ou esmeralda.
Se não tiver o bastão, use as outras. Faça a massagem com o
quartzo branco, de preferência biterminado, passando a pon-
ta sobre a pele para estimular e soltar a energia reprimida (ver
bastão de massagem).
Sentidos, sensações físicas -Esmeralda. Pode-se acrescentar, se
for o caso, o bastão de massagem.

'Separar -Para separar, use um ônix sobre uma calcita ótica. Não
recomendamos, porém, este uso (ver ônix).

'Serenidade - Pedra-da-lua, água-marinha, jade. Turmalina ver-
de é boa também. Ver paz de espírito.

'Sexualidade - Qualquer pedra do primeiro chakra. Pode-se
acrescentar uma calcita laranja no caso de distúrbios físicos,
e um quartzo rosa, para os distúrbios por motivos afetivos.
Acrescente um quartzo branco se quiser reforçar o equilíbrio.

'Silêncio interior - Ver serenidade.

'Sintomas de fundo emocional - Qualquer pedra do segundo
chakra.

'Sinusite - Ametista. Pode-se acrescentar dois quartzos brancos,
fazendo "óculos" e também, usar o colírio de ametista. Ver
ametista.

'Sistema endócrino - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra)
mais pedras laranja (ver segundo chakra), mais um quartzo
branco. Se não tiver as outras, use preferencialmente a azul.

'Sistema imunológico - Azurita e/ou rubilita e/ou hematita. Se
tiver todas, use todas. Se não tiver, use as que puder. Acres-
cente ametista, de preferência na água de beber, e quartzo
verde junto, se quiser reforçar.

'Sistema linfático, -Uma pedra verde (ver quarto chakra) mais
uma vermelha (ver primeiro chakra). Pode acrescentar, se
quiser, um biterminado branco ou verde ou uma turmalina
verde.

'Sistema nervoso - Ver nervos.

'Sofrimento - Azurita. Ver mágoa.

'Solidificar -Quartzo fumê. Ou turmalina preta.

'Sonhos - Para estimular, ametista, fantasma, rutilado, cristal
branco com arco-íris. Para controlar, ver pesadelo e delírios.

'Sucesso -Medo do sucesso, ver fracasso. Para alcançar sucesso,
ver realização pessoal.

'Suicídio, ameaça de - Turquesa ou qualquer pedra azul-esver-
deada (ver áreas intermediárias).

'Suor - Fluorita mais quartzo fumê mais quartzo branco, de
preferência, biterminado. Se não tiver fluorita, use quartzo
verde.

'Superação - Fluorita. Pode-se acrescentar uma azurita para
amenizar o sofrimento, se for o caso, ou um quartzo rosa,
para tratar das mágoas, e/ou uma pedra vermelha (ver pri-
meiro chakra), para estimular, fazer a superação ser mais
rápida.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(R)

'Raciocínio - Ver clareza mental.

'Raiva - Pedras azuis-esverdeadas (ver áreas intermediárias).
Crisocola. Acrescentar as pedras vermelhas, qualquer uma
(ver primeiro chakra). Ver agressividade. Pode ser também
trabalhado com uma junção de qualquer pedra azul (ver
quinto chakra) ou um biterminado com qualquer pedra ver-
melha.

'Realização pessoal - Citrino ou topázio. Ou fluorita amarela.
Pode-se acrescentar uma pedra-do-sol dourada, para atingir
o uso máximo do seu potencial e/ou um fumê, para concre-
tizar as realizações.

'Renovação - Ametista.

'Resfriado - Ver gripe.

'Respiração - Ver aparelho respiratório e casos específicos (aler-
gias, infecções, etc.)

'Reumatismo - Ver articulações. Ver biterminado.

'Revelar aparências - Leopardita.

'Revelações profundas - Obsidiana. Acrescentar a pedra da
questão a ser desvendada, se for o caso.

'Rins -Cacochinita ou calcita laranja, mais ametista, se possível
na água. Se não tiver outra, use citrino.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(Q)

'Queixume - Ver autocomiseração.

'Queimadura - Ametista. Pode-se usar a pedra ou a água de
ametista.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(P)

'Paciência - Fluorita.

'Paixão - Rubilita.

'Pâncreas -Crisopraso e/ou turmalina verde.

'Parcerias - Malaquita mais leopardita. Pode-se acrescentar um
biterminado.

'Paralisia - Rutilado. Mais serpentina, se tiver. Se for de
origem
muscular, acrescente um fumê. Junte se quiser a pedra da
área afetada.

'Paralisia cerebral - Rutilado ou biterminado branco. Eventual-
mente, cianita pode ser um bom substituto ou um bom
acréscimo. Qualquer pedra azul-esverdeada (ver área inter-
mediária) é boa para ajudar a expressão estressada.

'Paraplegia - Ver paralisia.

'Paranóia - Misture as pedras do delírio com as da loucura.
Acrescente, se possível, uma fluorita.

'Paz de espírito - Pedra-da-lua e/ou fantasma, e/ou rutilado.
Quartzo branco também pode ser usado.

'Pé no chão - Ver cair na realidade.

'Peito - Qualquer pedra verde (ver quarto chakra) ou das áreas
intermediárias. Se houver indicações específicas (tipo dor,
angústia, etc.), procure.

'Pele - Ver alergia de pele. O mesmo vale para qualquer proble-
ma.

'Percepção - Pedra-do-sol azul ou lápis-lazúli ou fantasma ou
quartzobranco. Pode ser um rutilado. Pode-se também even-
tualmente acrescentar uma pedra-da-lua, ou as pedras que
revelam, conforme o caso, a saber, obsidiana ou leopardita
ou pirita ou cornalina. Cianita pode ajudar a trazer o perce-
bido para o entendimento racional.

'Perda - Ametista. Se causar trauma, acrescentar canga rosa.
Quartzo rosa e esmeralda para o caso de mágoa. Azurita para
amenizar o sofrimento.

' Perda de rumo - Fumê ou turmalina preta para dar chão mais
, cianita ou quartzo branco para dar clareza.

'Perdão - Crisopraso ou talco.

'Pernas - Fumê ou turmalina preta.

' Pés - Fumê ou turmalina preta.

'Pesadelo - Ametista mais quartzo branco. Se não tiver as duas,
use a que tiver. Cianita e água-marinha também são boas.

' Pescoço - Qualquer pedra do quinto chakra. Para casos es-

'pecíficos, veja as indicações.

'Pessimismo - Ver alegria. Acrescentar, se quiser, uma pedra
vermelha (ver primeiro chakra) ou um quartzo branco para
estimular as outras.

'Plenitude -Opala (deve ser trabalhada com magnetita ou hema-
tita - ver "O casamento da opala com o minério de ferro").
Ou cristal branco com arco-íris ou fantasma, se não tiver a
opala. A plenitude pode ser também trabalhada com citrino
ou topázio, mais pedra do sol dourada, se tiver.

'Possibilidades a fetivas -Turmalina rosa. Mas só deve ser usada
caso a pessoa tenha resolvido a questão da carência afetiva
(ver quartzo rosa).

'Posar de vítima - Ver autocomiseração.

'Prazer - Esmeralda. Pode acrescentar bastão de massagem, se
quiser. E um citrino ou topázio para dar alegria.

'Preguiça - Granada. Ou qualquer outra pedra vermelha (ver
primeiro chakra).

'Preocupação - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra) mais
ametista para dissolver ou uma pedra calmante para acalmar
mais um quartzo branco para equilibrar, se achar necessário.
O olho-de-tigre é muito bom porque ajuda a descomplicar, o
que sempre desanuvia.

'Pressão sangüínea, alta ou baixa - Esmeralda. Pode-se juntar,
se quiser, uma turmalina verde.

'Pressão do globo ocular - Ver vista, problemas complexos.

'Progresso -Topázio. Pode ser reforçado com biterminado bran-
co. No caso de não ter o topázio, use citrino ou fluorita
amarela com o biterminado.

'Problemas motores - Ver casos específicos: paralisia, músculos,
etc. No geral, use fumê ou grafitado mais uma pedra verme-
lha (ver primeiro chakra) mais serpentina, se tiver. Rutilado
pode ser acrescentado.

'Prisão de ventre - Calcita laranja. Ametista, se quiser ajudar a
dissolução. Cacochinita faz o efeito do laranja com a ametista.
Se não tiver pedra laranja, use citrino.

'Próstata - Calcita laranja mais rubilita ou granada. Pode acres-
centar um biterminado, se quiser.

'Proteção -Turmalina preta ou quartzo fumê ou cristal fantasma.

'Psicoses - Ver loucura.
o Psicose maníaco-depressiva (PMD) - Ver loucura.

'Psicopatias - Ver loucura.

'Pulmões -Topázio. Qualquer biterminado também é ótimo para
acréscimo ou substituição. Em caso de infecções, etc. ver as
indicações específicas, mas a fluorita é especialmente boa
para edemas pulmonares, principalmente acoplada ao topá-
zio ou ao citrino. Ver aparelho respiratório.

'Pulso - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra). Conforme o
caso, consulte as especificações: ossos, tendão, etc.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(O)

'Obesidade -Citrino, topázio ou fluorita amarela. Pode-se acres-
centar uma fluorita, para superar e/ou uma ametista na água
de beber, para dissolver. A melhor coisa para reduzir a
obesidade, porém, é o Exercício do Limite (ver o livro Para
Mim Apenas o Melhor).

'Objetividade - Fumê e turmalina preta mais quartzo branco ou
cianita mais quartzo azul, se tiver, ou olho-de-tigre.

'Obsessão -Fluorita, mais turmalina preta ou fumê mais quartzo
branco ou cianita.

'Ombros - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra). Para casos
específicos, consulte as indicações (bursite, tensão, etc.).
OrganizaFão emocional -Turmalina verde.

'Órgãos genitais -Qualquer pedra vermelha (ver primeiro chak-
ra). Pode-se acrescentar uma laranja (ver segundo chakra).
Para casos específicos, consulte as indicações (inflamações,
doenças venéreas, etc.).

'Orgulho - Ver arrogância.

'Ossos -- Fumê. Ver articulações e outras indicações específicas
se necessário (coluna, reumatismo, etc).

'Ouvidos - Turmalina azul e/ou biterminado são as melhores.
Qualquer pedra azul trata bem do ouvido (ver quinto chak-
ra).

'Ovários - Calcita laranja. No caso de tumor, use calcita laranja
mais ametista, ou cacochinita que substitui o efeito das duas
juntas. De preferência na água de beber. Excelente para tu-
mores é a energização com as mãos.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(N)

'Nariz - Ver alergias respiratórias, rinite. Pedras azuis (ver
quinto
chakra), principalmente a turmalina e a cianita, e bitermi-
nado, tratam bem do nariz em geral.


'Náusea - Citrino ou topázio.

'Negociações -Turmalina azul é a melhor. Qualquer outra pedra
azul (ver quinto chakra) e o biterminado, podem ser usados.
Para abrir a comunicação. Se quiser, acrescente uma pedra da
área da questão a ser tratada.
Nernos - Branco, de uma ponta ou biterminado. Ou rutilado. Se
houver dor, fluorita ou ametista. Pode-se acrescentar a pedra
da área especificamente atingida.

'Nódulos - Ver tumor.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(M)

'Mágoa -Quartzo rosa. Pode-se acoplar uma esmeralda. Canga
rosa se for um trauma profundo. Azurita, para impedir que
se formem e/ou amenizar o sofrimento.

'Mal-entendidos - Olho-de-tigre azul e/ou quartzo azul. Biter-
minado e quartzo rosa podem ajudar, para abrir e harmoni-
zar a comunicação. Obsidiana e leopardita podem ajudar a
nos revelar a verdade.

'Mama - Quartzo rosa mais rubilita mais calcita laranja. Para
dissolver os nódulos, a fluorita e a energização com as mãos
são excelentes. Pode-se, nesse caso, acrescentar ametista, de
preferência na água de beber ou perto ou sobre o local atin-
gido.

'Mãos - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra). Para casos
específicos, consulte as indicações (ossos, tendinite, etc.).

'Marcapasso - Qualquer pedra verde, de preferência o quartzo
verde ou a turmalina verde, mais um rutilado.

'Masculinidade - Pedras vermelhas (ver primeiro chakra) mais
fumê ou turmalina preta.

'Massagem - Bastão de massagem e/ou energização com as

'mãos.

'Meditação - Ver canalização.

'Medo - Fumê ou turmalina preta, mais cianita ou quartzo bran-
co, fantasma ou rutilado. Juntar um quartzo rosa se houver
angústia.

'Medula - Biterminado branco e quartzo verde, ou biterminado
verde. Eventualmente pode-se juntar uma hematita, se o caso
tiver a ver com reprodução celular.

'Menopausa -Rubilita mais calcita laranja mais fluorita ou quart-
zo branco.

'Menstruação -Rubilita. Fluorita e energização com as mãos são
ótimas para cólicas.

'Miopia - Ver vista, problemas simples.

'Mongolismo - Rutilado mais biterminado mais fumê ou turma-
lina preta mais quartzo rosa. Ou rodonita em lugar do quart-
zo rosa e da turmalina.

'Moral baixa - Kunzita. Pode-se acrescentar uma pedra verme-
lha (ver primeiro chakra) e/ou uma rodocrosita ou rodonita.

'Morte - Ametista. Quartzo branco, se quiser acrescentar.

'Movimento, deslocamento - Serpentina e/ou ametista. Pode
juntar uma pedra da intuição e um fumê ou turmalina preta.

'Mudança de fase - Ametista.

'Músculos -Fumê. Ametista ou fluorita se tiver dor.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(L)

'Lactação - Quartzo rosa mais calcita laranja. Pode-se acrescen-
tar uma pedra de caminho, como biterminado ou turmalina
rosa (rubilita) e/ou pedra da lua, se quiser.

'Laringe - Ver aparelho respiratório. Usar um biterminado com
qualquer pedra azul, ou uma turmalina azul, que tem cami-
nhos.

'Leucemia - Quartzo verde mais ametista, de preferência na água
de beber, mais rubilita e/ou hematita, mais biterminado branco.

'Lidar com a realidade - Ver cair na realidade.

'Limpeza de ambiente - Ametista ou quartzo branco. É ótimo
água com sal, que pode ser aspergida com os dedos pelos
cômodos, ou deixada num copo em qualquer canto discreto.
Pode-se pôr dentro da água uma turmalina preta.

'Loucura - Rutilado ou fantasma ou biterminado, mais fumê.
Pode-se acrescentar uma pedra da neve, se quiser.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(J)

'Joanete - Fumê mais ametista ou fluorita se tiver dor. Uma boa
maneira de usar é colocando os pés dentro de uma bacia com
água em qualquer temperatura (pode acrescentar sal se qui-
ser) e as pedras, e ficar o tempo que quiser, enquanto vê
televisão, por exemplo.

'Joelhos -A mesma coisa que para o joanete. Ou pode-se também
pregar o fumê e a ametista no joelho. Ou pode-se usar a
dolomita ou jaspe vermelho no lugar do fumê.


'Justiça - Obsidiana. O uso de uma pedra azul (quinto chakra)
com uma vermelha (ver primeiro chakra) juntas traz um
equilíbrio justo entre atitude e pensamento.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(I)

'Hiperatividade - Ver excitação.

'Hipoglicemia - Crisopraso mais granada ou quartzo branco.

'Hipotiroidismo - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra) ou
azul-esverdeada, mais uma granada ou rubilita ou quartzo
branco. Pode-se acrescentar um quartzo verde. Sodalita é
muito boa.

'Hipertireoidismo - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra) ou
azul-esverdeada (ver área intermediária), mais uma fluorita
ou quartzo branco, ou água-marinha.

'Histeria - Fluorita (se for muito forte). Quartzo rosa e água-
marinha ou turmalina verde, se for branda. Fumê para ajudar
a pisar na realidade. Se for o caso, biterminado ou uma pedra
azul (ver quinto chakra) ou uma azul-esverdeada (ver área
intermediária), para ajudar a pessoa a pôr pra fora, comuni-
car o que a está embolando até à exasperação.

'Idéias - Lápis-lazúli ou cianita ou quartzo branco. Para aclarar,
olho detigre azul, ou, eventualmente, pedra-do-sol azul, que
aguça a percepção; ou rutilado, que ilumina.

Iluminação - Rutilado.

'Ilusão, falsas esperanças - Quartzo fumê ou turmalina preta.
Pode-se acrescentar a esmeralda, que é a pedra da esperança,
e usá-la com quartzo branco também, que equilibra. A pirita
ajuda a ter autocrítica, autodiscernimento, quando as falsas
expectativas se referem a nós mesmos, não apenas a fatos ou
a outras pessoas e situações.

'Imaginação - Ver fantasia.

Indecisão - Granada ou rubilita, mais dolomita ou jaspe. Se for
preciso agir de qualquer jeito, reforce com um olho-de-tigre
vermelho. Se a indecisão for por confusão mental, use uma
das pedras da clareza. Olho-de-tigre azul descomplica a dú-
vida da cabeça.

'Indefinição de valores - Kunzita. Pode-se acrescentar um fumê
que dá a noção dos elementos da nossa realidade.

'Independência - Citrino mais granada mais quartzo branco. Po-
de-se acrescentar uma azul, para que a pessoa se expresse, se
for o caso (ver quinto chakra).

'Infecções - Fluorita, quartzo verde. Pode-se acrescentar uma
ametista. Pode-se usar as duas pedras na água de beber.

'Inflamações - O mesmo que infecções.

'Iniciativa - Qualquer pedra vermelha (ver primeiro chakra)
para agir. Se achar necessário, reforce com uma pedra azul
(ver quinto chakra), para que a pessoa expresse melhor a sua
iniciativa.

'Insegurança - Ver autoconfiança. Acrescentar, se quiser, uma
pedra vermelha (ver primeiro chakra) como estimulante.

'Insight - Lápis-lazúli e/ou rutilado. Eventualmente, pedra-do-
sol azul.

'Insônia -Fluorita ou quartzo rosa ou ametista ou água-marinha.
Podem ser usadas várias ao mesmo tempo, com a pessoa, ou
na cabeceira, sob o travesseiro, ou entre as sohrancelhas
(pode deixar rolar naturalmente quando adormecer). É mui-
to bom manter no ambiente, no chão perto da cama ou na
cabeceira, um copo d'água com sal, para reorganizar o campo
energético do ambiente em relação ao da pessoa. Pode-se
colocar uma ou mais pedras dentro do copo, também.

'Instabilidade de humor - Ver humor.

'Inspiração artística - Lápis-lazúli. Eventualmente, rutilado ou
pedra-do-sol azul ou ametista.

'Integração - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra).

'Interferências na comunicaÇão - Quartzo azul.

'Intestino -Qualquer pedra laranja (ver segundo chakra).

'Intoxicação - Ametista, de preferência na água de beber. Pode-
se acrescentar uma pedra verde e/ou uma hematita.

'Intuição -Quartzo branco, rutilado, fantasma, fluorita, pedra da
lua, pedra-do-sol azul, olho-de-tigre marrom e azul, ametis-
ta, lápis-lazúli ou pedras com arco-íris.

'Inveja, ciúme - Citrino ou topázio, mais quartzo branco para
amenizar. Pode-se juntar um quartzo verde para "curar", se
for o caso. Um fumê ajuda a pessoa a se entender com sua
realidade, e uma pedra da compreensão também pode ser
útil. Para se defender, fumê ou turmalina preta, ametista ou
fantasma.

'Irritação - Fluorita, água-marinha, quartzo rosa, ametista ou
turmalina verde. Ver humor.

'Isolamento - Citrino ou topázio mais qualquer uma do quinto
chakra (azul). Quartzo rosa e/ou turmalina rosa geralmente
são um bom acréscimo.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(g)

'Gripe - A gripe não é para ser curada: é um toque para que se "dê
um tempo", se pare um pouco as atividades normais, pois
provavelmente alguma circunstância está nos envolvendo mo-
mentaneamente sem que possamos lidar com ela naquele ins-
tante. Pare realinente suas atividades e repouse - você vai
melhorar assim que o panorama estiver mais desanuviado ou
você tiver encontrado o fio da meada para lidar com a situação.
Caso precise muito fazer alguma atividade e esteja sem ânimo,
use um estimulante, isto é, qualquer pedra vermelha (ver pri-
meiro chakra). Se tiver febre, ou apenas se for da sua preferên-
cia, pode também usar um quartzo branco como estimulante.
No mais, use se tiver vontade um quartzo verde para cura,
e/ou uma fluorita, que ajuda na cura e é ótima para febre,
infecção e inflamação.

'Gagueira - Azurita. Pode-se acrescentar, se quiser, um bitermi-
nado e/ou qualquer pedra azul ou azul-esverdeada (ver
quinto chakra e áreas intermediárias).

'Gânglios - Ametista e quartzo verde, de preferência na água de
beber ou sobre o local. A fluorita também é muito boa.

'Gangrena -Fluorita mais fumê mais ametista. Pode-se acrescen-
tar quartzo verde como um reforço e, se possível, utilizar ao
máximo a energização com as mãos e o primeiro exercício de
energização pessoal (ver o livro Para Mim Apenas o Melhor).

'Garganta - Sodalita. Qualquer outra pedra azul (ver quinto
chakra).

'Gases - Citrino. Mais ametista, se quiser, para ajudar a dis-
solver. De preferência, colocar as pedras na água de beber.

'Gastrite -Citrino ou topázio ou fluorita amarela, mais ametista
mais quartzo verde, de preferência na água de beber.

'Gengiva - Bochechar com água de ametista ou água de fluorita.
Pode-se acrescentar quartzo verde e/ou qualquer pedra azul,
preferencialmente a sodalita ou o quartzo azul (ver quinto
chakra).

'Gordura - Ver obesidade.

'Gordura no sangue - Ver colesterol.

'Gravidez - Rubilita e quartzo rosa. Se quiser, pode acrescentar
calcita laranja e/ou pedra-da-lua.
Harmonia -Quartzo rosa. Pode acrescentar, se quiser, um biter-
minado ou uma pedra azul (ver quinto chakra).
Hemorragia - Fumê e rubilita. Ou fluorita e fumê.
E-
Hemorróida - Fluorita. Rubilita. Ametista e quartzo verde na
água de beber e/ou, se possível, pregado o mais próximo
possível do local, ou use como quiser.
Herpes -Pode-se fazer uma água de ametista com quartzo verde,
ou uma água de fluorita para lavar o local. Pode-se usar as
pedras de qualquer modo, se possível, próximo ao local (no
bolso da calça, por exemplo). Acrescentar uma rubilita e, se
tiver, uma azurita. Podem ser todas misturadas na água.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(F)

'Fadiga - Ver cansaço.

'Fala - Biterminado e/ou qualquer cristal azul. Rutilado, se
houver problemas cerebrais envolvidos, ou de fundo ner-
voso.

' Falar de afeto - Ver expressão afetiva.

'Falsidade - Leopardita para tirar as máscaras. Obsidiana para
revelar todos os lados.

'Falta de atitude - Qualquer pedra vermelha (ver primeiro
chakra). Dolomita ou jaspe podem ajudar. Se houver impe-
dimento claro por falta de clareza mental, acrescentar uma
pedra do quinto chakra ou do sexto.

'Falta de confiança - Ver autoconfiança.

'Falta de energia - Ver cansaço.

'Fantasia - Ver delírios. Pode-se acrescentar a cornalina e a
pirita
no caso de se querer deter o excesso de fantasias. Ametista,
lápis-lazúli e pedra do sol azul, assim como o fantasma e as
pedras com arco-íris podem ser usadas para estimular a
fantasia, o sonho e a imaginação. Sugerimos o uso de um
citrino ou topázio neste caso, para que a fantasia acompanhe
o real desejo do eu e leve à sua realização e sucesso.

'Faringe - Ver aparelho respiratório. Qualquer pedra azul mais
um biterminado podem ser utilizados. Pedras verdes ou
azuis para inflamação, infecção.

'Febre - Fluorita ou as pedras verdes em geral, ou água-marinha.

'Fechamento, bloqueios - Biterminado para abrir. Ametista para
dissolver.

'Feminilidade - Rubilita e/ou pedra-da-lua. Quartzo rosa e cal-
cita laranja, se quiser.

'Fertilidade - Rubilita e/ou pedra-da-lua, mais quartzo rosa e
calcita laranja.

'Fibrose cística - Calcita laranja e/ou cornalina mais ametista,
de preferência na água de beber. Ou a cacochinita, que faz o
duplo efeito de laranja e ametista. A energização com as mãos
tem se mostrado excelente nestes casos e pode ser feita, como
em qualquer outro, pela própria pessoa.

'Fígado - Turmalina preta. Alternar ou substituir pela turmalina
verde se não tiver a preta ou em caso de prender o intestino.

'Firmeza - Quartzo fumê ou turmalina preta.

'Fístula - Calcita laranja mais calcita ótica mais rubilita ou gra-
nada.

'Flebite - Uma pedra da circulação (turmalina verde ou bitermi-
nado), uma para inflamação e fumê. Pode-se acrescentar
quartzo verde e/ou ametista na água de beber.

'Força de vontade - Amarelo, mais vermelho (ver terceiro e pri-
meiro chakras, mais quartzo fumê ou turmalina preta ou
grafitado).

'Força interior - Citrino mais cianita. Pode-se acrescentar uma
pedra de firmeza e uma de clareza, se achar que ajuda.

'Fracasso - Talco ou crisopraso e/ou citrino ou topázio. Pode-se
acrescentar a pedra-do-sol, se for o caso, e também o quartzo
rosa, rodonita ou rodocrosita. Examine a escolha.

'Fraqueza - Qualquer pedra vermelha (ver primeiro chakra)
mais fumê ou turmalina preta.

'Fundo emocional - Ver sintomas de fundo emocional.

'Fumo, excesso de - Citrino. Pode-se acrescentar um quartzo
branco para equilibrar, se quiser. Excelente é o exercício do
limite (ver o livro Para Mim Apenas o Melhor).

'Furúnculo - Ametista e granada, para estourar, maturar mais
rápido. Coloca-se, se possível, pregado o mais próximo do
local afetado. Se não der, use de qualquer modo. Acrescente,
se quiser, ametista na água e/ou quartzo verde para cura.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(E)

'Edema - Fluorita ou ametista.

'Energias negativas - Turmalina preta. Se não tiver, use fumê.
Pode-se também usar ametista para dissolver e renovar as

'energias, e/ou sal grosso com água, no ambiente ou nas
pessoas.

'Energização - Quartzo branco ou a pedra da área a ser energi-
zada mais o quartzo branco, se quiser.

'Enfisema -Ver aparelho respiratório.Usarprincipalmente topá-
zio mais biterminado, mais verde, mais ametista.

'Egoísmo - Ver arrogância.

'Enjôo - Citrino ou topázio.

'Enraizamento - Fumê ou turmalina preta. Se não tiver, use
dolomita.

'Enxaqueca - Ver dor de cabeça. Acrescentar, se souber, a pedra
da área que causa a enxaqueca (turmalina para o fígado,
esmeralda para a pressão, amarelo para a digestão, etc.).

'Equilíbrio -Quartzo branco. Para firmar, acrescente um quartzo
fumê ou turmalina preta. Albita reúne as duas cores, preto e
branco.

'Esclerose múltipla - Biterminado branco. Se não tiver o bitermi-
nado, use branco de uma ponta. Quartzo verde, se quiser.

'Esô fago - Ver aparelho digestivo.

'Espasmo muscular - Fumê mais quartzo branco.

'Esperança - Esmeralda.

'Espiritualidade - Pedras do sétimo chakra. Ametista, fluorita.

'Expressão afetiva - Amazonita. Pedras azuis-esverdeadas (ver
área intermediária).

'Esquizofrenia - Rutilado ou biterminado branco ou quartzo
branco, mais fumê ou turmalina preta. Pode-se usar uma
albita ou um grafitado que agrega os efeitos do quartzo
branco e da turmalina.

'Estabilidade emocional - Cornalina, turmalina verde, quartzo
rosa, pedras rosadas e verdes em geral. Mais um fumê, se
quiser chão, firmeza e/ou quartzo branco, se quiser clareza.

'Estafa - Ver cansaço.

'Estômago - Ver aparelho digestivo.

'Excitação - Fluorita, água-marinha, quartzo rosa ou ametista.

'Estimulante - Qualquer pedra vermelha (ver primeiro chakra)
ou quartzo branco.

'Estresse - Crisocola ou qualquer pedra azul-esverdeada (ver
áreas intermediárias). No caso de estafa física, ver cansaço.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(D)

'Daltonismo - Calcita ótica mais cristal azul (ver quinto chakra)
e, se possível, acrescentar um quartzo branco com arco-íris
(caso a calcita ótica não tenha um, pois é freqüente que tenha).
Pode-se acrescentar um biterminado e fumê.

'Defesa - -Azurita. Acrescente, se quiser, fumê ou turmalina preta
ou dolomita, e/ou granada.

'Delírios (fantasias) - Fumê ou turmalina preta, mais fluorita
para acalmar e/ou cianita ou branco para dar clareza mental.
Pode-se usar rutilado se o caso for mais grave, ou olho de
tigre azul para uma confusão de informações. Quartzo azul
ajudará a retirar as interferências do entendimento.

'Dentes - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra) mais fumê.
Em caso de dor, ametista ou fluorita, podendo-se bochechar
com a água destas duas pedras.

'Depressão - Quartzo rosa. Pode-se acrescentar a esmeralda co-
mo suplemento e/ou canga rosa se for o caso de um trauma
profundo. Ametista pode ajudar a pessoa a mudar de fase,
mas neste caso deve ser usada junto com o fumê ou a turma-
lina preta para que a pessoa não fique muito aérea. Uma
pedra vermelha (ver primeiro chakra) pode ajudar a pessoa
a tomar atitudes, ter coragem e ânimo. A azurita ameniza o
sofrimento.

'Depuração - Hematita. Se for preciso um trabalho profundo,
acrescentar a obsidiana.

'Derrame - Biterminado branco. Pode ser usado sobre a calcita
ótica nos casos em que um dos lados fica prejudicado e o
outro não.

'Derrame ocular - Se for simples, usar colírio de ametista. Se for
profundo, usar os óculos com fumê no lado atingido (ver
ametista).

'Desânimo - Qualquer pedra vermelha (ver primeiro chakra).
Pode-se acrescentar uma pedra rosa ou verde se houver uma
clara exaustão emocional envolvida.

'Descarregar o corpo - Quartzo branco e/ou água com sal gros-
so. Pode-se jogar um punhado de sal, grosso ou fino, sobre o
corpo, a partir dos ombros ou da cabeça, e deixar a água do
chuveiro correr sobre o sal.

'Descomplicar -Olho-de-tigre.

'Deslocamento de retina - Ver vista, problemas complexos.

'Desmaio -Fumê e/ou granada ou rubilita, dolomita no lugar de
ambas, mais, se tiver, uma cianita ou quartzo branco. Pode-se
usar com bastante eficácia nestes casos, apenas as mãos (ver
"hemodiálise energética" no livro O Equilíbrio da Energia Está
no Salto do Tigre).

'Diabetes - Crisopraso ou talco.

'Diafragma - Ver aparelho respiratório.

'Diarréia -Calcita laranja e/ou fumê ou turmalina preta. Pode-se
substituir, caso não se tenha estas, por citrino ou dolomita.

'Dificuldade de chorar - Crisocola. Amazonita. Qualquer pedra
azul-esverdeada, ou quartzo rosa, turmalina verde mais uma
pedra azul (ver quinto chakra).

'Dificuldade de tocar, acariciar, abraçar - Ver toque.

'Digestão - Ver aparelho digestivo.

'Discernimento -Cianita e/ou pedra-da-lua. Se for o caso, acres-
centar a obsidiana, ou leopardita mais malaquita. Lápis-lazú-
li pode ajudar a ter insights, olho-de-tigre azul a descompli-
car os mal-entendidos, e a pedra-do-sol azul, assim como o
rutilado, aumenta a percepção e pode ajudar a transformá-la
num entendimento racional.

'Dislexia - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra) mais um
biterminado branco e/ou um rutilado. Pode-se acrescentar
uma granada.

'Disposição, falta de - Ver cansaço.

'Dissolver, dissolução -Ametista.

'Doenças graves, doenças terminais - Quartzo verde mais ame-
tista (de preferência na água de beber), mais a pedra da área
afetada.

'Doença do pânico - Fumê ou turmalina preta, dolomita mais
cianita ou quartzo branco mais quartzo rosa. Pode-se acres-
centar uma calcita laranja ou cacochinita para ajudar a pessoa
a lidar com o cotidiano.

'Doenças venéreas - Pedras vermelhas (ver primeiro chakra),
mais ametista ou fluorita, mais quartzo verde.

'Dor - Ametista ou fluorita.

'Dor nas costas - Ver coluna.

'Dor de cabeça - Cianita ou ametista ou fluorita. Coloca-se uma,
se possível, pregada na região da nuca e, se quiser, outra no
ponto de dor. O bastão de massagem passado na região da
nuca e na cabeça como um todo, assim como a energização
com as mãos, são excelentes.

'Droga - Fumê ou turmalina preta mais azul (cianita é ótima) ou
quartzo branco mais, se souber, a pedra da área que acusa o
problema.

'Duodeno - Ver aparelho digestivo mais turmalina verde e/ou
crisopraso.

'Dúvida - Olho-de-tigre vermelho e/ou dolomita.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(C)

'Cabelo - Água de ametista e/ou quartzo branco.

'Canalização, meditação -Fantasma, rutilado, lápis-lazúli, ame-
tista, cristais com arco-íris, quartzo branco, fluorita ou pedra-
do-sol azul. A rigor,qualquer cristal do sexto ou do sétimo
chakra.

'Calmante - Fluorita ou ametista ou quartzo rosa ou turmalina
verde ou água-marinha. Pedras rosadas e verdes em geral.

'Cair na realidade - Fumê, turmalina preta ou hematita.

'Caminho - Biterminado, rutilado ou grafitado. Dentro de suas
áreas específicas (conforme a cor): sardônix, turmalina preta,
topázio, turmalina rosa, turmalina verde, rodocrosita, rodo-
nita, kunzita, crisocola, turmalina azul, cianita, rubilita.

'Câncer - Quartzo verde e ametista (de preferência na água de
beber) e o cristal da área atingida.

'Cansaço -Granada ou rubilita.

'Carícia - Ver toque.


'Caspa - Água de ametista e/ou quartzo branco. Pode-se acres-
centar calcita laranja, se possível na água de ametista. Ou usar
uma água de cacochinita, que faz os dois efeitos, de roxo e
laranja.

'Carência afetiva - Quartzo rosa.

'Catarata - Ver vista, problemas complexos.

'Catatonia - Branco e fumê. Rutilado. Pode-se acrescentar ruti-
lado biterminado ou azul ou azul-esverdeado.

'Células - Hematita, ou magnetita (pode-se usar um ímã), ou
rubilita ou granada. Azurita para o sistema imunológico.
Biterminado branco para a medula.

'Cérebro - Branco, de preferência biterminado e/ou rutilado,
e/ou lápis-lazúli, turmalina azul, olho-de-tigre azul, pedra-
do-sol azul, fantasma, cianita ou calcita ótica.

'Cicatrização - Ametista.


'Cigarro - Ver fumo.

'Circulação - Ver aparelho circulatório.


'Circulação deficiente - O mesmo que é indicado em aparelho
circulatório mais uma rubilita, granada, dolomita ou jaspe.

'Cistite -Ametista ou fluorita, mais rubilita, granada e/ou
calci-
ta laranja ou citrino.

'Clareza mental - Cianita, quartzo branco ou qualquer pedra
azul ou branca.

'Coágulo - Biterminado, turmalina verde ou rubilita, mais ame-
tista (de preferência na água de beber). Pode-se acrescentar
uma hematita.

'Colesterol - Hematita ou rubilita, mais ametista e, se quiser,
quartzo verde ou turmalina verde (de preferência na água de
beber).

'Cólica - Fluorita ou ametista. Mais calcita laranja, ou
cacochini-
ta, para cólica de intestino. Mais rubilita ou pedra da lua, para

'cólica menstrual. Mais citrino ou topázio para cólica de es-
tômago.
Colo - Quartzo rosa e/ou crisopraso ou talco.

'Coluna - Biterminado, ametista ou fluorita se tiver dor. Quartzo
verde (cura) e fumê (ossos) se quiser.

'Complicação (descomplicar) -Olho-de-tigre.

'Compreensão -Quartzo branco, fantasma, cristais com arco-íris,
olho-de-tigre azul, pedra do sol azul, lápis-lazúli ou cianita.
Dependendo da situação, fluorita, pedra-da-lua, obsidiana
ou turmalina azul.

'Comunicação - Biterminado e/ou quartzo azul, sodalita, ciani-
ta, turmalina azul. Qualquer pedra azul.

'Concretização -Quartzo fumê ou turmalina preta. Se não tiver,
pode-se usar dolomita ou jaspe vermelho.

'Conexão - Calcita ótica. Pode-se acrescentar um biterminado
e/ou a pedra da área que pede a conexão.

'Confusão mental - Cianita ou quartzo branco ou rutilado ou
olho-de-tigre azul.

'Conversação -Turmalina azul ou biterminado, cianita ou soda-
lita.

'Convulsão -Quartzo branco, se possível biterminado, ou cianita
mais fluorita e fumê ou turmalina preta.

'Coração - Ver aparelho circulatório.

'Coragem - Granada, rubilita, dolomita ou jaspe vermelho.

'Cotidiano - Calcita laranja, cacochinita, cornalina ou citrino.

'Coxas - Dolomita, fumê ou jaspe.

'Criatividade - Qualquer pedra vermelha (ver primeiro chakra).
Se quiser, acrescente uma pedra da área mental (ver quinto e
sexto chakras). Lápis-lazúli (inspiração artística).

'Cumplicidade - Ver parcerias.

'Cura física - Quartzo verde, preferencialmente. Ou qualquer
pedra verde. Ou quartzo branco.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(B)

'Baço - Crisopraso, turmalina verde ou quartzo verde. Pode-se
acrescentar um citrino.

'Bebida - Ver alcoolismo

'Bexiga -Calcita laranja, cacochinita ou rubilita.

'Boca - Qualquer pedra azul. Pode-se bochechar com uma água
de ametista (principalmente se houver dor) e/ou quartzo
verde (principalmente no caso de inflamações). Ou uma água
de fluorita, que reúne os dois efeitos.

'Braços - Qualquer pedra azul (ver quinto chakra). Ver casos
específicos como tendinite, músculos, bursite, reumatismo,
etc.

'Brilho - Pedra-do-sol. Sempre que possível, usar com citrino ou
topázio.

'Bronquite - Ver alergias respiratórias.

'Bursite - Biterminado, mais qualquer pedra azul, mais ametista
ou fluorita para dor. Pode-se acrescentar um quartzo verde.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

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Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

(A)

'Abdômen -- Calcita laranja, ou cacochinita, ou cornalina ou
citri-
no.

'Ácido úrico --- -Ametista, mais hematita ou rubilita. Pode-se acres-
centar um quartzo verde, ou outra pedra verde. De preferên-
cia, usar na água de beber, todas juntas.

'Afastar, neutralizar pessoas incômodas - turmalina preta e
quartzo rosa juntos. Pode-se colocar o nome da pessoa num
copo d"água com sal grosso" e acrescentar ou não as duas
pedras.

'Afetividade -Qualquer pedra rosa ou verde (ver quarto chakra).
Agilidade mental - Quartzo branco, ou cianita ou biterminado
branco.

'Agressividade - Para acalmar, use fluorita, ou ametista, ou
quartzo rosa, ou turmalina verde ou água-marinha. Pode-se
acrescentar a rubilita. No caso de querer ativar a agres-
sividade, use qualquer pedra vermelha e uma azul (ver quin-
to chakra) e/ou azul-esverdeada (ver área intermediária para
ajudar a pessoa a expressar a agressividade. Para se proteger,
pedras de proteção mais quartzo rosa.

'Aids -Citrino. Se possível, acrescentar azurita e ametista,

ambas
na água de beber, preferencialmente, e quartzo verde, em
qualquer situação.

'Alcoolismo - Fumê, quartzo branco ou cianita (ou outra pedra

azul - ver quinto chakra) e a pedra da área que está causan-
do o problema, se você souber.
Alegria, alto astral -Topázio, ou citrino, ou fluorita amarela ou
qualquer pedra com arco-íris.

'Alergia de pele -Cacochinita, ametista mais calcita laranja e

cor-
nalina, de preferência na água. Leopardita e/ou água de
ametista passando sobre o local podem ser adicionadas.

'Alergia respiratória (bronquite) -Topázio, ou citrino ou fluori-

ta amarela. Pode-se acrescentar um biterminado branco ou
verde. E, se quiser, sodalita ou outra pedra azul (ver quinto
chakra) para acalmar a tosse, se houver coceira na garganta.
Recomendamos o primeiro exercicio de energização pessoal
(ver no livro Para Mim Apenas o Melhor).
Alergia respiratória (rinite) - Ametista e quartzo branco. Pode-
se usar a ametista diretamente sobre o terceiro olho, entre
as
sobrancelhas. Quartzo branco pode ser de uma ponta ou
biterminado. Pode-se ainda acrescentar o uso do colírio e do
remédio de nariz feito com a água de ametista (ver ametista).
Recomenda-se o primeiro exercício de energização pessoal
(ver no livro Para Mim Apenas o Melhor).

'Alianças - Ver parcerias.

'Alimentação - Citrino.

'Alinhamento de energias -Magnetita (pode-se usar um imã) ou

hematita, mais uma opala ou quartzo branco ou rutilado de
quartzo branco.

'Altos e baixos -- Aglomerados em geral. De quartzo branco ou

ametista para casos gerais. Citrino, para questões pessoais ou
de trabalho (ver terceiro chakra). Canga rosa para traumas

'afetivos (ver quarto chakra).

'Amargura - Crisopraso e/ou rodocrosita, e/ou kunzita, e/ou

turquesa, se for acompanhada de tristeza profunda, e/ou
esmeralda, se quiser aumentar o nível de prazer como um
antídoto.

'Amizade - Fluorita. Pode-se acrescentar eventualmente, como
reforço, fumê e/ou malaquita e/ou biterminado e/ou quart-
zo rosa ou turmalina verde.

'Anemia - Hematita e/ou rubilita e/ou granada, de preferência
na água de beber.

'Anestesia - Ametista.

'Angústia - Quartzo rosa.

'Anorexia -Citrino mais granada ou rubilita.

'Ânus - Granada, rubilita, dolomita ou jaspe vermelho.

'Ansiedade - Fluorita, quartzo rosa, ametista ou água-marinha.

'Aparelho circulatório -Pedras verdes em geral (para o coração,
ver quarto chakra). Turmalina verde, biterminado, rutilado
ou grafitado para as veias. Hematita, rubilita ou granada para
o sangue.

'Aparelho digestivo - Citrino, topázio ou fluorita amarela.

'Aparelho respiratório -Topázio, citrino ou fluorita amarela. Re-
comenda-se acrescentar biterminado branco ou verde.

'Apatia - Granada ou rubilita. Eventualmente um quartzo rosa
e/ou rodocrosita ou kunzita, caso haja nitidamente uma
questão de auto-estima envolvida.

'Apetite - Citrino ou topázio. Para estimular: acrescentar uma
granada ou rubilita. Para acalmar: acrescentar uma fluorita,
crisopraso ou água-marinha.

'Apoio - Fluorita. Se quiser mais firmeza, pode acrescentar um
fumê.

'Arrogância - Citrino mais fluorita ou água-marinha. Acrescen-
tar quartzo rosa ou crisopraso quando for evidente que a
arrogância é provocada pela baixa auto-estima.

'Arterioesclerose - Biterminado branco ou quartzo branco mais
cianita, turmalina azul ou rutilado.

'Articulações - Biterminado mais a pedra da área mais ametista
ou fluorita se tiver dor (ver biterminado).

'Artrite - Ver articulações.

'Artrose - Ver articulações.

'Asma - Topázio e/ou biterminado branco ou verde. Citrino, se
não tiver o topázio. Recomendamos o primeiro exercício de
energização pessoal (ver o livro Para Mim Apenas o Melhor).

'Astigmatismo -Ametista e quartzo branco. Pode-se acrescentar
o colírio de ametista (ver ametista).

'Atitude, falta de - Ver falta de atitude.

'Atrofia muscular - Biterminado ou rutilado, mais fumê, grana-
da ou rubilita.

'Autismo - Rutilado e/ou biterminado, mais granada ou rubilita
mais qualquer pedra azul ou azul-esverdeada (ver quinto
chakra e áreas intermediárias).

'Autocomiseração, autopiedade - Quartzo rosa, rodocrosita, cri-
sopraso e amarelo (citrino, topázio ou fluorita). Pode-se subs-
tituir o quartzo rosa mais rodocrosita por uma rodonita.
Pode-se acrescentar ao conjunto um fumê ou turmalina preta.

'Auto-confiança - Citrino ou topázio. Mais a pedra-do-sol e, se
quiser, um fumê ou uma rodonita.

'Auto-crítica - Pirita mais cianita e/ou biterminado branco e/ou
turmalina azul, mais citrino ou topázio. Pode-se acrescentar
a pedra da verdade, da revelação - a obsidiana, e a do
discernimento, a pedra-da-lua, se houver muito embrulho
emocional. Ou ainda, o olho-de-tigre azul, para descomplicar
a cabeça.

'Autodesvalorização -Rodocrosita. Rodonita. Crisopraso ou tal-
co. Eventualmente, acrescentar um citrino para achar o eu.

'Auto-estima -Quartzo rosa. Rodonita, rodocrosita, kunzita, cri-
sopraso. Estas últimas, ver suas especificações para saber se
é o caso de usá-las.

'Auto-exigência - Crisopraso ou talco.

' Autopiedade - Ver autocomiseração.

'Autoritarismo - Ver arrogância. Se for o caso, ver agressividade.


Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

DOENÇAS E DISTÚRBIOS MAIS COMUNS E AS PEDRAS SUGERIDAS PARA TRATÁ-LOS

CONSIDERAÇÕES

As pedras aqui indicadas são aquelas cujo efeito nos foi
confirmado por diversos relatos de uso. No entanto, não deixe de
considerar que cada caso é um caso e o entrosamento energético
entre as pedras e os indivíduos é personalizado. Experimente,
pois, o efeito das pedras e suas possíveis combinações, a partir da
sugestão dada, até encontrar a "fórmula" que lhe pareça ser a sua,
a melhor para o caso que está cuidando.
Siga sem sombra de dúvida qualquer indicação de sua
intuição para os tratamentos, mesmo que não encontre referências
em livro algum. Não receie a dúvida de se é mesmo uma indicação
da intuição ou não: a própria aplicação das pedras vai lhe respon-
der claramente, e o uso jamais fará mal, no máximo, não trará o
efeito desejado.
Em qualquer caso de cura física, na dúvida sobre que
cristal utilizar, use uma pedra verde (de preferência quartzo
ver-
de). Pode acrescentar ametista (principalmente se houver dor).
Geralmente, a ametista é colocada na água que o paciente bebe
(mas não é obrigatório). E, se possível, use também uma pedra da
cor correspondente à área afetada.
O uso de água com sal sugerido em alguns casos não é
nenhuma "bruxaria": água com sal é um santo remédio para
equilibrar, já que a água atua como solvente e o sal reorganiza,
como cristal que é, as energias desencontradas. O uso da água com
sal é apenas um reforço.
As pedras indicadas são as preferenciais, mas não são
as únicas para tratar dos casos correspondentes. Lembre-se de que
você pode usar qualquer pedra da cor da área afetada para tratar
de qualquer desequilíbrio na área, pois o critério de cor é o mais
importante, a cor é que ajusta e sintoniza a freqüência.
Caso você não tenha todas as pedras indicadas para um
uso específico, use as que tiver. Os conjuntos sugeridos são
sempre
um grupo ideal, mas qualquer pedra ligada ao problema vai
o ajudar.
Recomendamos na medida do possível que se façam os
exercícios de energização pessoal descritos nos livros O Equilíbrio
da Energia Está no Salto do Tigre e Para Mim Apenas o Melhor.
Estes
exercícios são excelentes para firmar a saúde física, principálmen-
te, assim como todas as questões referentes à nossa existência aqui
e agora, de modo objetivo e imediato. São o complemento ideal
para o uso das pedras ou da energização com as mãos. Não
podendo fazer a série completa, faça pelo menos o primeiro exer-
cício, quantas vezes e onde quiser e puder.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

PEDRAS NOBRES

Na verdade, todas as pedras são nobres, mas chamamos
por este "apelido" aquelas que têm uma função específica de tratar
a energia sutil. São elas: o diamante, a safira e o rubi.
Estas três pedras podem ser usadas, como as outras, para
resolver qualquer questão do chakra ao qual sua cor se reporta.
Mas atuam, a rigor, muito mais sobre a chamada energia sutil, do
que imediatamente sobre a parte mais palpável do que somos. É
como se, ao usá-las, estivéssemos consertando a antena do lado de
fora, o "radar" que capta nossas ondas mais altas, e não o
aparelho
de tevê atingido aqui e agora, no campo onde podemos vê-lo. Não
que este trabalho não seja necessário, mas, por vir "de lá para cá",
tendemos a sentir mais lentamente os seus efeitos. Por outro
lado,
qualquer ajuste operado "daqui para lá" -ou seja, dos níveis mais
visíveis e mais fáceis para nós de lidar, repercutirá no equilíbrio
de todo o nosso ser, indo até as mais altas dimensões.
Estas três pedras são, sem dúvida, de uso suplementar. Seu
uso, de qualquer modo, deve ser sempre acoplado com as pedras
básicas, que trabalham a estrutura mais concreta. Podemos enca-
rá-las, estas três pedras, como amplificadores do trabalho
realiza-
do pelas pedras básicas, como nossos "alto-falantes" para outros
planos.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

O CONCEITO DE CURA

O OBJETIVO de todo este trabalho é alcançar aquilo que chamamos de equilíbrio de energia, ou seja, o ponto em que você consegue vivenciar tanto as coisas boas quanto
as ruins, sem ser por elas desestruturado. A imagem que os Mestres mostram para simbolizar o que é a conquista deste ponto de equilíbrio é bastante interessante:
é a imagem do surfista que sobe em sua prancha e vai seguindo os movimentos da
onda, ele sobe, desce, vira, mergulha. Mas não cai. E esta permanência no ponto de
equilíbrio se deve a um sutil jogo de atenção entre o mover-se e o não mover-se. Voltamos a frisar: estar equilibrado não significa a ausência de problemas em sua
vida, mas sim, que você vai saber lidar com eles.
A palavra "cura" não nos é muito bem-vinda por vários motivos: ela vem sendo muito mal apropriada ultimamente, principalmente quando se refere às práticas alternativas
ou esotéricas — nestes casos, já surge carregada de possibilidades "mágicas" que, na verdade, não existem. Além disto, é empregada sempre num sentido muito restrito,
referente apenas ao conserto dos males físicos. É muito mais do que isto. Cura significa, realmente, a conquista ou o resgate do equilíbrio total, sob todos os pontos
de vista. Isto porque não há desligamento entre as partes da energia que nos compõe: físico, emocional e mental são três corpos contínuos e entrelaçados, e o que
ocorre com um afeta necessariamente o outro.
Isto quer dizer, por um lado, que tudo que aparece de errado no aspecto físico, que é o mais aparente e mais externo, é, na realidade, conseqüência de um desequilíbrio
mais profundo, de alguma interferência que atingiu o eixo central e veio se alastrando até se evidenciar no físico. Por outro lado, isto significa também que, embora
todo trabalho de cura — ou de recuperação do equilíbrio — vise, na verdade, fortalecer o eixo, ele pode ser acionado, elaborado a partir de qualquer uma das
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partes da nossa energia — emocional, físico ou espiritual, porque estará sempre atingindo o todo. O que é preciso, se começamos pelo lado físico, é ter o cuidado
de perceber que a eliminação do sintoma aparente é apenas a limpeza da superfície, e ter atenção para não interromper qualquer processo de "tratamento" enquanto
não sentirmos firmeza na reabilitação a nível mais profundo. Caso contrário, podemos experimentar um constante ritmo de "recaídas" que, na realidade, são provocadas
por uma limpeza que não atingiu o chamado cerne da questão, literalmente.
O processo de formação daquilo que chamamos de doença se dá da seguinte maneira: alguma coisa está acontecendo na minha vida com a qual não estou conseguindo lidar.
Jogo então o problema no corpo e passo, com uma justificativa plausível, sem culpas, a me ocupar com este quadro, já que todo mundo sabe que "a saúde vem em primeiro
lugar". Isto é uma defesa natural de todo ser humano, ou melhor, de todo ser que possui uma representação física neste mundo, como as plantas e os animais. Muito
bem: se este processo ocorrer normalmente, enquanto eu me ocupo da "doença" os outros lados da minha energia ficam livres da tensão provocada por uma atenção permanente,
pela expectativa da resolução, e elaboram o problema que provocou aquela "fuga". No momento em que o problema se resolve, em que a situação de vida se soluciona,
a tendência é de que o mal do meu corpo físico também se re-pere espontaneamente. Mas se eu não conseguir resolver o broblema que está na origem da história toda,
então o que vai acontecer é que o distúrbio físico permanece, se cronifica, e vi- aquilo que realmente podemos chamar de doença.
Por isto mesmo é que uma das formas mais fáceis de fazer "diagnóstico" é localizando qual era a situação de vida que
nela a pessoa estava tendo no momento em que a
doença surjiu, ou qual é a situação de vida na qual ela permanece e que
faz com que a doença igualmente não se vá. Este tipo de detexão não exige nenhuma complicação, muito
pelo contrário: via regra, é algo bastante linear, literal, do tipo: se é uma
situação que eu não quero encarar, ou prefiro fazer de conta que não
sinto ou não suporto
olhar, vou fazer um problema na vista, ou rosto. Se é algo que eu não consigo articular, vai atingir
alguma articulação do corpo. Se é uma dificuldade de elaborar
emoções afetivas, expressar o afeto, vai atingir o coração, a circulação. E assim por diante.
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Esta defesa através do corpo se faz como parte integrante dos processos da natureza. Não há nada de errado com isto. E geralmente, quando conseguimos localizar o
problema da vida que levou a pessoa a se proteger no quadro de desequilíbrio corporal, ela pode chegar a um ponto de equilíbrio até mesmo permanecendo com a própria
doença. Isto porque o fato de entender o processo de formação e atinar com a causa faz com que a relação doente/doença se modifique completamente. A pessoa passa
a não se sentir mais impotente, incompetente diante daquele mal que a assalta, e entende que a doença não é uma coisa imposta, que ocorreu à sua revelia, mas sim,
uma espécie de recurso que ela está utilizando, uma coisa postiça, que não pertence a ela, mas foi como que emprestada para ajudar a suportar uma situação. Como
uma bengala mesmo — coisa de que algum dia na vida todo mundo precisa.
O segundo passo importante quando estamos nos dispondo a curar alguém, é justamente compreender que ninguém cura ninguém. Como disse uma homeopata amiga minha, Cláudia,
"no máximo você pode despertar o curador que existe dentro do outro". Esta visão está corretíssima. O máximo que você pode fazer é trocar a lâmpada. Se tudo estiver
acontecendo no nível da lâmpada, ótimo. Mas o mais provável é que haja alguma coisa no circuito interno, no fio oculto na parede, que não está ao seu alcance consertar.
Naturalmente isto não significa que se deva cruzar os braços diante de situação alguma. Muito pelo contrário, se temos algum instrumento para utilizar, nem que seja
uma palavra ou um abraço, devemos lançá-lo para auxiliar a pessoa. Se alguém está afundando e você tem uma
bóia, jogue. Dependerá sempre da pessoa o gesto, a disponibilidade
de estender a mão e agarrar o socorro. Dependerá até da capacidade de fôlego que lhe reste. Mas se ninguém jogar a bóia, com certeza ela vai se afogar. Todo mundo
pode escolher não se salvar. Porém não há nada pior do que sucumbir por falta de chances. Portanto, é muito importante aprender a pedir o socorro quando precisamos,
e a atirá-lo para quem necessita, mesmo que pareça um caso sem esperança ou que a pessoa se mostre impermeável.
O que esta premissa de que ninguém cura ninguém significa, por outro lado, é que não devemos nos desesperar quando usamos todos os recursos e nada resolve, nem muito
menos entrar numa de que vamos curar de qualquer jeito só porque aprendemos a utilizar um instrumento qualquer, e já sabemos que qualquer um pode provocar uma cura
em si mesmo
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ou no outro. Nenhuma destas duas atitudes corresponde à realidade. A realidade é a de que, novamente aí, vamos encontrar o princípio básico da comunicação: para
que ela se estabeleça, é preciso que emissor e receptor estejam abertos. Não basta eu querer curar — é preciso que o receptor da cura esteja querendo de fato recebê-la.
Se não for assim, nada vai acontecer mesmo. Do mesmo jeito que nada vai rolar se eu fizer todo o meu teatro, usar mil regras e rituais, mas não estiver internamente
a fim de elaborar a cura. Na verdade, quando existe um acordo interno mútuo entre curador e curado, tudo se torna possível, e os instrumentos são indispensáveis,
pois eles são, na verdade, apenas representantes da nossa vontade. Para que uma cura ocorra, basta, num nível profundo, total, verdadeiro, acionar a vontade numa
determinada direção. E aí veremos os milagres como os de Jesus quando dizia apenas: "Levanta-te e anda" e tudo obedecia. Mas, para isto, precisaríamos ter a firmeza
de emissão e manutenção da vibração desta vontade, desta energia de modificação, que geralmente não temos.
Nossas inseguranças nos traem. Vacilamos. Quando se trata de alcançar uma coisa boa, de vivenciar um sucesso de qualquer tipo, a dúvida nos ataca pela base, e logo
colocamos um "se" na história, enfraquecendo a emissão de energia. É por isto que temos a impressão de que as chamadas "Forças do Mal" conseguem ser mais bem sucedidas
— é porque elas não vacilam na busca de seus objetivos. Se eu me proponho a conquistar algo que é bom para mim, seja uma casa nova, uma relação afetiva ou uma cura,
imediatamente começo a me questionar, a duvidar de que realmente consiga, a não me achar merecedor, e ainda por cima, a ter medo de conseguir e ficar vivendo na
apreensão da possível perda. Mas se o objetivo de alguém é destruir, fazer o mal, a tendência é que esta pessoa parta com total convicção para atingir seu objetivo,
sem nem sequer parar para pensar. E então ela alcança com mais facilidade o que queria, simplesmente porque não hesitou. É claro que haverá sempre um retorno. Mas
isto já é outra história.
Pois como íamos dizendo, é preciso então, para que a cura opere, que exista este "acordo" interno entre quem a faz e Quem a recebe. Isto ultrapassa, sem dúvida,
o nível do raciocínio. É alguma coisa bem mais profunda e bem mais complexa
eo que a cabeça que vai determinar se aquela pessoa quer ser curada, se ela pode ser curada,
se ela consegue realmente dispor daquela defesa, jogar fora a bengala. Este buraco é
muito mais profundo do que a compreensão aparente dos fatos. Por
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esta razão é que acontecem coisas para as quais não encontramos uma explicação, como quando alguém diz o tempo todo — mantém um discurso — de que quer a cura, e
tudo se faz, mas nada adianta. Isto significa que o discurso não corresponde à verdade do eixo. Ou, ao contrário: quando é aquela situação em que o doente não acredita
em nada, às vezes, até, um caso muito complicado, e, subitamente, a cura acontece. É justo porque dentro daquela pessoa alguma coisa havia aberto o espaço para a
resolução.
Não tenham dúvida, porém, de que tudo deve ser sempre tentado, se a intuição assim o indicar. Trabalhar os instrumentos de cura, sejam quais forem, é sempre uma
forma de emitir para a pessoa uma energia que vai mexer com ela no sentido de provocar que sua estrutura se modifique na direção do equilíbrio, não fique paralisada.
E, de repente, pode dar um "clique", até mesmo permitindo uma cura inesperada e "milagrosa". No mínimo, a intenção de ajuda traz um conforto, dentro do possível
e também aí, do nível de aceitação de quem recebe. Há pessoas que são totalmente fechadas para o alívio do sofrimento, até mesmo por precisarem utilizá-lo para aliviar
a carência chamando a atenção dos outros, ou para se manterem escondidas atrás dele por se sentirem fracassadas e incompetentes dentro da vida.
Nada vai ser posto na sua frente para curar, nenhum caso, com o qual você não possa lidar. Se o seu sinal interno for verde, siga em frente, mesmo que "não saiba"
o que fazer. Faça o que lhe der na telha, qualquer coisa, e entregue aos De Cima a solução, porque, nesta hora, você é apenas o veículo do trabalho deles. Você pode
se embananar por achar que o caso foge à sua competência, por se sentir pequeno diante da situação, por achar que o seu cansaço físico ou o seu envolvimento emocional
não lhe permitirão saber como agir. Não importa: se alguma coisa dentro de você estiver dizendo "faça", então faça. Entregue aos Mestres e prossiga, seja como for.
Não é de sua responsabilidade o resultado, e mal não vai fazer. Mas será de sua responsabilidade omitir-se quando for chamado internamente. Pelo contrário, seja
qual for a situação que se apresente, se você, por dentro, não estiver sentindo mesmo, claramente, que
deve se meter com aquilo, pode virar as costas tranqüilamente,
porque aquela questão não era para ser resolvida por você, seja o que for.
Não ultrapasse jamais os seus limites para cuidar de ninguém, senão, ambos vão capotar, você e a pessoa. Nem muito
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menos se meta a gastar energia com outra pessoa se não estiver você mesmo energizado. É muito comum a gente ouvir de terapeutas, tanto os de corpo quanto os psicoterapeutas,
que, ao fim de um dia de trabalho, se sentem completamente exauridos. É claro: passaram todo o dia dando energia sem se reabastecer jamais. Outra coisa comum de
acontecer é encontrarmos aquele tipo de pessoa que faz um trabalho de caridade qualquer, tipo trabalha num centro espírita, ou faz um trabalho de cura que todo mundo
considera formidável e admira pela abnegação, e, de repente, esta pessoa, que no conceito tradicional de caridade mereceria o céu, começa a sofrer todos os tipos
de desequilíbrio. Lógico: deu tudo que tinha sem se alimentar e "esvaziou", abriu os flancos, se enfraqueceu energeticamen-te. Muitas vezes, quando estamos tratando
de uma pessoa, é comum sentirmos o que ela está sentindo. Se ela tem uma determinada dor, nós a sentimos, se tem angústia, parece ter passado para nós etc. Isto
acontece como uma forma de ficar nítido para nós que o ponto que devemos tratar é aquele mesmo, nossa abordagem está correta. Se estivermos com a nossa estrutura
bem firmada, protegida, estes sintomas captados se diluirão naturalmente ao deixarmos a pessoa. Mas se estivermos vulneráveis, de alguma forma o desequilíbrio da
energia do outro vai nos atingir. E vai acumulando, acumulando sem que a gente se dê conta, até que nos derruba "inexplicavelmente". Por isto recomendamos expressamente
que não se mexa com a energia dos outros sem antes alimentar a nossa, ou, pelo menos, se for o caso de uma emergência, devemos nos energizar imediatamente após lidar
com o outro. O ideal, é claro, é manter-se permanentemente protegido, trabalhando o fortalecimento do canal. Esta proteção para ser facilmente conseguida pela convivência
constante, de qualquer modo que se prefira, com os cristais. Ou, melhor ainda, com a prática de qualquer exercício de energização, inclusive os sugeridos no livro
Salto do Tigre ou no final deste.
Pode ocorrer que a pessoa que está sendo tratada sofra um processo de descarga, uma espécie de catarse. Na verdade, isto pode acontecer não só durante uma cura,
mas quando se estabelece contato com qualquer coisa que acione as Energias do canal, porque este contato já é, em si, um processo de cura, mesmo que não esteja sendo
acionado conscientemente, através de instrumentos ou de gestos rituais. Estas descargas são absolutamente normais, e não significam que a pessoa está "passando mal",
embora possa parecer. É preciso saber, primeiro, que
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este tipo de descarga so ocorre quando alguma coisa "lá em cima" nos dá o sinal verde, o que quer dizer que podemos soltar a carga naquela hora e local, porque teremos
respaldo, podemos contar com algum tipo de apoio para nos ajudar a elaborar. É por isto que, às vezes, alguém "despenca" sem aviso na nossa frente, ou nós despencamos
inesperadamente na mão de alguém que às vezes não conhecemos: é porque alguém "lá em cima" "soprou" dentro de nós: "Pode ir que vai dar para segurar. Esta é a hora".
Na verdade, sempre que acontece uma coisa destas — que pode se apresentar sob várias formas, como uma dor forte, vômitos, um acesso de choro, medo, angústia etc.
— nós vamos entrar e sair da coisa sozinhos, é sempre um movimento circular. É apenas a explosão de uma necessidade de limpeza que já estava latente dentro de nós
há muito tempo. Depois que "descarregamos", vem o alívio, e podemos resolver o problema melhor.
É como quando a gente tem um enjôo muito forte. Aí você vomita, e
vem o alívio. E então você relaxa e se cuida direito. Só que, na maioria das vezes, nos sentimos inseguros, temos a compreensível necessidade de um apoio externo
para podermos soltar, sem limitações, tudo que precisamos. E nos sentimos mais seguros se houver alguém que nos passe confiança por perto. É como se quiséssemos
alguém para pôr a mão na nossa testa enquanto vomitamos. Na verdade, isto não está alterando nada, nós mesmos é que estamos pondo tudo para fora na proporção e intensidade
em que precisamos, até alcançar o alívio total. Mas aquela mão na testa nos dá segurança para soltarmos tudo sem nos preocuparmos com possíveis atropelos, e ir até
o fim mesmo. O apoio é apenas um apoio, o processo é nosso.
Portanto, se alguém de repente passar por uma descarga destas perto de você, ou se acontecer com você, nem se preocupe — isto só acontece quando há um respaldo,
e acontece justamente para que seja posto à nossa frente o que nos aflige, de maneira contundente, e a gente possa olhar e ver que não há razão para se assustar.
E seguir em frente, sem mais medos. É uma 'limpeza de área", estamos tirando o lixo acumulado de algum modo. Não se espantem, pois, se, ao utilizar um instrumento
de alívio qualquer, houver um acirramento, uma intensificação do sintoma antes que ele desapareça: é assim mesmo, pode ocorrer, embora não seja regra. Se eu uso
um cristal para tirar uma dor, ela pode aumentar antes de ceder. Se estou fazendo um exercício de canalização, posso "ver coisas horríveis"
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antes de me sentir em paz. Se estou fazendo o tratamento do cristal cor-de-rosa (ver o Salto do Tigre), posso ter angústias ou lembranças doloridas. Ou qualquer
outra coisa do gênero. Tudo isto vai passar, necessariamente. Se estiver suportável, prossiga e encontrará logo o alívio. Se estiver incomodando muito, pare, dê
um tempo, e retome o tratamento quando quiser — provavelmente você não sentirá mais uma descarga tão forte, porque aquele estágio já foi ultrapassado.
É preciso também estar atento quando utilizamos um cristal ou outro "puxador" de energia, para não deixarmos que permaneça num ponto sobre o corpo indefinidamente.
Lembrem-se de que estamos lidando com os mesmos circuitos que alimentam, por exemplo, um aparelho elétrico: se ficar ligado ininterruptamente, vai aquecer demais
e pode até estragar. É comum que você pregue um cristal em qualquer parte do corpo e esqueça. Dali a um tempo vai sentir uma dor no local, uma tensão, ou até mesmo
uma queimadura. É só porque houve um acúmulo excessivo de energia naquele ponto específico. Basta retirar o cristal e a coisa
se dissolve.
No tratamento com o cristal ou com a energização, o tempo de recuperação é sempre relativamente proporcional ao tempo que aquele mal levou para se formar. E, mesmo
quando o equilíbrio for restaurado, aquele ponto permanecerá mais vulnerável do que outros. Isto quer dizer que às vezes curamos, por exemplo, uma enxaqueca ou uma
asma. Mas quando tivermos uma pressão muito forte na vida, a tendência é que estes sejam os pontos de defesa atingidos, e que a gente volte a sentir, temporariamente,
os antigos sintomas. E se você tiver uma lesão do tipo considerado irreversível, que tenha uma indicação, por exemplo, cirúrgica, não se preocupe: a cirurgia correrá
da forma mais suave e acertada para você.
Não se esqueçam, sobretudo, que cristal não é aspirina. Ele pode até fazer este papel de remédio, geralmente é bem sucedido quando o utilizamos para aliviar algum
sintoma, mas se não operar um alívio imediato, não se surpreenda, porque esta não é a verdadeira função do cristal. Sua verdadeira função é corrigir, ao longo do
tempo, a causa do desequilíbrio aparente, e nos levar de volta ao nosso fluxo estrutural. Portanto, se você estiver sentindo uma dor e o uso do cristal não resolver
de imediato, não vacile, tome um comprimido. Assim como, se for um caso mais complicado, não tenha dúvida de que, na incapacidade de resolver ele mesmo o problema,
o cristal vai levá-lo com toda certeza até alguém que resolva. Já temos visto inúmeras
situações assim.
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Gostaríamos de lembrar ainda que qualquer trabalho de "cura" = energização = busca do equilíbrio, pode ser opera-cionalizado em nós mesmos, em outra pessoa, ou à
distância, através do uso do nosso próprio corpo como veículo, intencionado para surtir efeito na pessoa em quem pensamos, ou sobre um nome escrito num papel, uma
foto, ou qualquer coisa que represente a pessoa. Mas não se esqueça de que jamais você deve fazer através de você uma energização à distância sem antes ter se energizado.
O uso dos cristais, assim como a prática de qualquer dos exercícios de energização indicados neste livro e no O Equilíbrio da Energia Está no Salto do Tigre tem,
com toda certeza, um efeito curador, dentro do conceito que acabamos de explicar. Ou seja: levarão o praticante ao encontro incontestável do seu ponto de equilíbrio,
da sua capacidade de lidar com sua vida, haja o que houver, sem realmente se desestruturar.
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Texto retirado do livro:

Para mim, apenas o melhor

De:

Virgínia Cavalcante

Editora: Objetiva

CHAKRA, SAÚDE, CURA:

Nosso corpo físico é envolvido por camadas de ener-
gia com funções diversas que, juntas, formam A Aura.
A Aura - tanto mais densa quanto mais perto do corpo
e mais rarefeita quanto mais distante - é uma espécie de
desdobramento da nossa matéria condensada e limitada,
através do qual nos integramos às faixas de Energia Cós-
mica às quais de fato pertencemos. A "comunicação" ou
"entrada e saída" do fluxo energético entre o nosso ser
físico e o Universo se dá através de pequenos "exausto-
res"; colocados na camada imediatamente sobreposta ã
matéria do nosso corpo, que são os Chakras.
Os sete Chakras principais, localizados do púbis ao
topo da cabeça e contados de baixo para cima, formam
uma espécie de "canal central" desta comunicação que
chamaremos de Espinha Dorsal Energética. Através dos
Chakras principais podemos detectar desequilibrios de
qualquer parte do nosso circuito e reequilibrá-los devi-
damente, conforme veremos a seguir.

O trabalho de equilibrio da energia através dos Cha-
kras poderá ser feito com os cristais, as cores e as mãos,
juntos ou em separado.

UMA APROXIMAÇÃO CONCEITUAL
Todo chakra rege a área física em que se encontra. Isto
significa que qualquer problema de ordem orgânica indica que há
um bloqueio ou distúrbio referente à questão correspondente ao
chakra desta área. E também que, ao trabalharmos o reequilíbrio
desta questão, podemos ou utilizar simplesmente as cores ou as
pedras pertinentes à questão, ou trabalhar diretamente sobre qual-
quer ponto desta área, energizando-o conforme seja possível.
Ou seja: se você tem, por exemplo, um problema de intes-
tino, pode carregar um cristal curador no bolso da calça, não
precisa usá-lo diretamente sobre o intestino. Se você vai
energizar
com a mão uma pessoa doente, que tem, digamos, um câncer no
pulmão, e que só consegue ficar deitada de costas, pode energizá-
la pelos lados, pela frente, contanto que seja na altura dos
pulmões.
Se não for uma energização direta sobre o corpo, utilize a cor
correspondente à área atingida, "pedindo-a" e intencionando que
seja "jogada" à distância e com constância na região atingida e que
equacione da melhor maneira o problema que causou o mal pal-
pável, seja orgânico ou emocional. Ou mantenha no seu ambiente,
de qualquer maneira, os cristais correspondentes à cura do
proble-
ma, devidamente intencionados para resolvê-los.
A energização pode ser feita ainda à distância, sobre o
nome da pessoa escrito num papel, uma foto, um boneco, ou
qualquer outra coisa que para nós represente a pessoa. A energi-
zação à distância é como um fax: você aperta o botão aqui e ele sai
lá no mesmo instante- trata-se de uma transferência instantânea
de impressão, de padrão energético.
Lembre-se de que o distúrbio físico, quando chega a ocor-
rer, já é a "ponta do iceberg" - quer dizer, é o último estágio de
um desequilíbrio que vem de outras dimensões do nosso ser. O
desequilíbrio começa a acontecer quando há qualquer tipo de
insatisfação, de inadequação profunda, muitas vezes inconsciente,
que começa a nos desviar dos que nos pertence.
Esta sensação sutil de inadaptação ao que está nos ocor-
rendo torna-se mais visfvel quando começa a atingir e perturbar
nossas emoções conscientes, levando-nos a comportamentos es-
tranhos a nós mesmos, sensações que não parecem nossas.
Finalmente, o distúrbio atinge o físico. É assim então, geral-
mente, que tomamos uma consciência relativa de que algo está
errado e começamos a pensar em nos cuidar. Digo consciência
relativa porque, na maioria das vezes, nos é difícil encarar ou
perceber a real causa da deficiência visível, o problema que está
realmente provocando a modificação física ou emocional.
Ainda assim, a tendência é de que procuremos nos cuidar
ao sermos atingidos no nosso nível mais concreto-pois este é um
obstáculo que, de modo inegável, nos dá o recado de que estamos
indo por um caminho errado e nos impede, fisicamente, de conti-
nuar insistindo no desvio. Nos detém, literalmente. Só então,
diante de uma circunstância extrema, tendemos a procurar uma
"cura" ou um reequilíbrio. Mesmo não compreendendo as causas
profundas, não importa: ao reparar o dano no campo físico da
matéria, ou no emocional ou no espiritual, estamos atingindo e
recuperando a nossa onda de energia como um todo. Estamos
limpando a faixa como um todo, em todas as dimensões.
Evidentemente, como Matéria que somos, é mais fácil e
compreensível para nós lidarmos com problemas no seu nível
materializado e concreto, como é o caso daquilo que chamamos de
doença orgânica. Mas, na verdade, a apresentação de uma doença
é apenas um tipo de linguagem utilizado pelo Universo para nos
apontar a existência do desequilíbrio e a necessidade de repará-lo.
Ainda que inconscientemente, em relação ao todo.
Sintoma, como a própria palavra diz, é apenas sintoma. É
o que sentimos na aparência para chamar atenção sobre o fato de
que algo está ocorrendo. E o que aparece não é necessariamente o
que está por trás, é claro. A convivência constante com qualquer
processo de energização provocará uma "cura permanente", no
sentido de estabilização profunda do eixo causal, reduzindo auto-
maticamente a existência dos sintomas que nos trazem danos mais
imediatos e palpáveis.
Todo reflexo no físico, aquilo que convencionamos chamar
de "doenças", é a representação direta de alguma situação de vida
com a qual não estamos conseguindo lidar. O que não quer dizer
nada que seja digno de culpa, mas apenas a constatação de falta
de condições apropriadas, por qualquer motivo, não importa jul-
gar. Importa é saber que, quando aperta o calo, isto é, quando
estamos cometendo um esforço maior do que podemos, de fato,
alcançar, somos "puxados" pelo nosso corpo físico através de um
distúrbio, de modo a termos que permanecer ocupados com a
saúde enquanto o problema que está por trás se desengatilha.
É imprevisível dizer quanto tempo levaremos para "cu-
rar" o físico, é impossível dizer mesmo se conseguiremos "curá-
lo". Estaremos ocupados tratando da doença durante o tempo que
for necessário para aprender a enfrentar a situação que a causou
-o que pode, inclusive, durar o tempo de toda a nossa existência
neste campo.
Isto quer dizer o seguinte: não confunda cura com elimina-
ção de distúrbio físico. CURA É ALCANÇAR O PONTO DE
EQUiLíBRIO RELATIVO A UMA QUESTÃO - isto pode signi-
ficar, inclusive, que a simples convivência pacífica e
harmonizada
com a "doença" pode ser muito mais confortável e menos desgas-
tante do que insistentes e inúteis tentativas de eliminá-la - a não
ser que estas tentativas sejam o que nos ajuda a manter tudo de
forma suportável, nos deixando ocupados o suficiente para evitar
que pensemos no insuportável.
O importante é não ter falsas expectativas de alcançar uma
"saúde perfeita" através de qualquer método de energização. O
importante é saber que, do ponto de vista das forças do astral que
regulam estes processos de energização e garantem o seu sucesso,
ter saúde é conseguir lidar com os altos e baixos que atravessamos
naturalmente durante toda nossa caminhada no Universo. Como,
aliás, ocorre com todos os outros elementos componentes deste
Universo, além do ser humano.
CADA QUESTÃO NO SEU CHAKRA
Lembrando e complementando para quem já leu O Equi-
LIfbrio da Energia Está no Salto do Tigre e Para Mim Apenas o
Melhor.
Informando, para quem não leu.

'PRIMEIRO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Ativação.
COR: Vermelho.
LOCALIZAçÃO: Na região dos quadris. Podemos considerar
sua faixa como indo dos joelhos até a altura dos ovários. (As
coxas
podem também ser tratadas dentro do chakra de base.)
Inclui: musculatura das cochas, problemas sexuais, geni-
tais, útero, trompa, ânus, hemorróidas. Fertilidade, distúrbios
menstruais. Problemas sangüíneos. Desânimo, estafa física. Falta
de coragem, de decisão, dificuldade de escolha.
QUESTÃO: Este e o chakra de ativação. Ou seja, é a freqüência
através da qual entramos no mundo. É o princípio ativo, tudo
aquilo que entendemos por masculino: a capacidade de ação, de
tomar a iniciativa, de ter atitude. A agressividade, no sentido
de
ser capaz de se lançar. Este chakra rege a nossa capacidade de
entrar na vida. De escolher o que queremos e não queremos para
a nossa vida e ir à luta para buscar isto. Plantar e fertilizar.
Lançar
as sementes e regá-las. Neste sentido, envolve todos os componen-
tes necessários a isto, ou seja: vai desde escolher o que
queremos
gerar em nossa vida e o que queremos eliminar, passa pela
criati-
vidade e pela capacidade de realmente acionar o que foi
escolhido,
e os elementos necessários para esta ação: a coragem, a decisão, a
energia física, o entusiasmo, o ânimo, a disposição.
PEDRAS Rubi, Rubilita, Granada, Dolomita/Jásper vermellio.
Observação: todas as pedras vermelhas são estimulantes e tratam
de questões sangüíneas.


'SEGUNDO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Cotidiano.
COR: Laranja.
LOCALIZAÇÃO: Na região do umbigo. Podemos considerar co-
mo indo do ovário até à cintura.
Indui: todos os problemas de intestino, rins, ovários, re-
gião lombar (muscular ou coluna). Dificuldade de lidar com o
cotidiano.
QUESTÃO: Este é o chakra onde tratamos da elaboração das
nossas relações emocionais com o cotidiano. Com tudo que nos
ocorre no dia-a-dia. Todos os nossos chamados "probleminhas"
- tipo: a empregada não veio, o telefonema que esperamos, um
atraso, uma reunião importante, ordenar a vida dos filhos, o
engarrafamento de trânsito, etc. São estes pequenos acontecimen-
tos que nos "embananam" e impedem nosso fluir. Atravancam o
nosso campo de ação imediato. Se não conseguirmos achar uma
maneira de lidar com eles, tais ocorrências nos complicam, nos
confundem, nos embaraçam, dificultando as nossas escolhas. Este
embaraçamento, quando não resolvido, nos retém no nível mais
superficial da vida, impedindo que ultrapassemos as barreiras
próximas e nos lancemos no verdadeiro caminhar. São estes impe-
dimentos imediatos que nos irritam e causam aborrecimentos. A
irritação é o atrito causado pelo choque entre o nosso desejo de
avançar e o obstáculo. Este atrito vai causar uma "descarga" que
desemboca num sintoma de alerta, que chamamos de fundo emo-
cional - como uma súbita queda de pressão, enxaqueca, dor de
estômago e outros, que nos indicam claramente o início - ou
andamento - do processo de frustração e o que o provoca, no
nosso circulo mais próximo.
PEDRAS: Calcita laranja, Cacochinita, Cornalina, Citrino.

'TERCEIRO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Eu.
COR: Amarelo.
LOCALIZAÇÃO: Na área do estômago. Vai da cintura até logo
acima do estômago.
Inclui: Todo o aparelho digestivo e respiratório. Descon-
troles como fumar demais, beber, comer de menos ou demais.
Dificuldades de posicionamento, trabalho, realização pessoal e
ganhos. Sucesso. Alegria, felicidade. Alto astral.
QUESTÃO: Este é o chakra da realização pessoal. Do sucesso, de
alcançar o meu significado neste mundo. Da consciência do que
somos e do conseqüente exercício deste ser através do ter e do
fazer
a ele inerentes. Quanto mais sou consciente do que sou, mais
claros
os meus desejos e o meu conhecimento do potencial para realizá-
los. Consigo ter a medida do meu poder de concretização em
relação às circunstâncias que me cercam e me posiciono sem medo,
ocupando meu espaço nesta vida. Como um sol, que simboliza este
chakra, emito a minha vida, equilibro e alimento meu universo
pessoal a partir da minha própria luz - que é a consciência do que
sou. É o chakra do carisma.
Sabendo quem eu sou, estou apto a não me trair e posso
agir de acordo comigo, fazendo o que quero. Isto deve me levar a
trabalhar no que gosto, a produzir o que se adapta à minha
capacidade. A conseqüência será uma produção que é o melhor de
mim, e esta é a minha maior garantia de ser recompensado, inclu-
sive, financeiramente.
É a maneira como nos posicionamos dentro da vida que
vai determinar tudo o que nos acontece. As pessoas que cedem ou
não têm forças para se posicionar de acordo com o que são e o que
desejam, mesmo que numa situação pequena, terão problemas na
área física deste chakra.
Portanto, é bom estar atento: quando o estômago começa
a nos enviar, através de uma má digestão, o sinal de que estamos
saindo do nosso rumo, nos afastando do que queremos. Quando
há crianças na família com distúrbios de respiração ou alimentação
(bronquite, falta ou excesso de apetite, etc.), pois isto quer
dizer
que o eu desta criança está sendo sufocado, ela não está encontran-
do espaço para ser o que é-e geralmente os adultos não percebem
que, e, como a estão cerceando. Quando crianças nascem com
problemas respiratórios - o que significa que, por algum motivo,
a família não está de fato disponível para receber esta criança.
A respiração significa encontrar e viabilizar nossos cami-
nhos, os caminhos para o que eu sou, neste mundo. A alimentação
é o preenchimento do eu, para que, completo e pleno, possa
encontrar seus caminhos.
Este é o chakra do poder, do poder pessoal, do verdadeiro
poder, que emana da consciência do ser. Pessoas inseguras, que
não sabem o que são, apresentam um desequilíbrio na energia
deste chakra, que se manifesta sob a forma de autoritarismo, de
abuso do exercício deste falso tipo de poder.
PEDRAS: Citrino, Topázio, Fluorita amarela.

'QUARTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Afetivo.
COR: Rosa e verde.
LOCALIZAÇÃO: Na altura do coração. A faixa começa logo no
alto do estômago e se estende até a altura das axilas.
Inclui: todas as doenças relativas ao coração, tanto no
aspecto físico quanto no emocional. Angústia, harmonia, bem-es-
tar. Auto-estima e relações afetivas importantes. Capacidade de
amar e se relacionar afetivamente. Carência afetiva. Solidão (iso-
lamento), vazio existencial (tratar junto com terceiro e quinto
chakras). Falta de sentido, depressão. Cura, de um modo geral, se
considerarmos o coração como centro gerador de vida. Seios.
Axilas (parte inferior).
QUESTÃO: Este é o chakra em que vamos tratar da afetividade
como um todo, das relações afetivas, a começar do afeto por mim
mesmo. Por relações afetivas relevantes entendemos nossas rela-
ções básicas, de alicerce, como pai, mãe, filhos, marido, mulher e
outras que consideremos no mesmo nível.
Quando as pessoas se queixam de falta de um bom rela-
cionamento afetivo, se esquecem de que, fundamentalmente, é
preciso se acreditar gostável para estar disponível e exposto sem
inseguranças, de modo a propiciar um bom envolvimento, um que
seja saudável. Primeiro preciso aprender a gostar de mim, como
sou. Dentro do enfoque da compreensão, de que falamos anterior-
mente neste livro.
Gostando do que sou, estou emitindo para os outros a
certeza de que também podem fazê-lo. Se eu não gosto de mim,
como posso esperar que outra pessoa goste? Pior, porém, é não
conseguir encontrar nunca minha auto-estima por estar sempre
dependendo de alguém que me confirme, por só achar que valho
alguma coisa quando alguém me "vê" e diz que "gosta" de mim.
Ora, esta é a maneira pior de se relacionar, pois evidentemente,
cada pessoa e cada circunstância farão com que eu seja "visto" e
"gostado" de maneira diferente. E, a cada vez que uma pessoa se
se afastar da minha vida, entrarei em desespero, numa crise de
insegurança totalizadora, sem saber a que atribuir o "erro" que
não
me deixa nuncaestabilizar uma relação. Ora, o erro está em que
não consegui estabelecer uma boa relação comigo mesmo. Logo,
se eu que sou o objeto a ser amado não existo nem para mim
(afetivamente), como posso ser o elo principal de uma relação? Se
sou o que sou, e me afirmo como sou, quem gostar de mim assim,
estará gostando de fato e estabelecendo uma relação verdadeira e
sólida, pelo menos viável.
Uma pessoa de bem consigo mesma estará de bem com a
vida e promoverá a harmonia nos ambientes onde vive. Não terá
também dificuldades de se expressar. Por isto, neste chakra vamos
tratar do resgate e estabilização de todos os âmbitos da
afetividade.
A cor verde é utilizada para todos os casos de cura. Sim-
bolicamente, verde trata do coração, que faz pulsar vitalmente
todas as nossas funções. É a fonte e pode ser tratada por tabela
como responsável inicial por todos os nossos possíveis distúrbios
físicos. Isto é uma convenção largamente estabelecida dentro do
trabalho energético.
PEDRAS: Quartzo rosa ou cristal cor-de-rosa, Turmalina rosa,
Rodocrosita, Rodonita, Turmalina verde, Malaguita, Esmeralda,
Quartzo verde, Canga rosa, Kunzita, Jade.

'QUINTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Comunicação.
COR: Azul.
LOCALIZAçÃO: Na área do pescoço. Vai das axilas até os ouvi-
dos.
Inclui: ombros, braços, mãos, axilas (parte superior), gar-
ganta, tireóide, voz, coluna, nuca, boca, dentes, face, ouvidos,
maxilar. Dor de cabeça. Problemas graves da visão. Problemas
causados por tensão. Dificuldades de dar e receber, de comunica-
ção.
QUESTÃO: A capacidade de se comunicar. De dar e receber. A
maneira como eu me expresso. A comunicação nos ambientes, a
capacidade de articulação entre os elementos da minha vida, entre
as minhas partes (cabeça e espírito, sexo e sentimento, atitude e
pensamento, etc. - quando uma funciona e a outra não, ou
quando uma funciona mais que a outra, em detrimento da outra, se
há um desequilíbrio na comunicação do meu eu). A tensão (tudo
aquilo que não expresso me deixa tenso e causa desgaste,
estresse).
PEDRAS: Biterminado ou cristal de duas pontas, Sodalita, Tur-
malina azul, Azurita, Lápis-lazúli, Quartzo azul, Cia.nita, Fluo-
rita, Ametista.
Observação: Todas as pedras destes chakras são utilizadas também
no sexto chakra. Isto porque o quinto e o sexto chakra formam o
Centro de Comunicação (ver Para Mim Apenas o Melhor). Qualquer
ativação em qualquer parte dos dois chakras atingirá a área como
um todo.

'SEXTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Compreensão.
COR: Azul-índigo, violeta.
LOCALÍZAÇÃO: Na altura dos olhos. Podemos considerar sua
faixa como indo dos ouvidos até o alto da testa.
Inclui: todos os problemas da visão, rinite, sinusite, dor de
cabeça. Cérebro. Centros nervosos. Intuição e percepção. Capaci-
dade de concentração. Clareza mental. Raciocínio. Desequilíbrios
mentais. Doenças nervosas em geral. Esclerose múltipla, mal de
Parkinson, osteoporose (tratar acoplado ao chakra de base). Me-
mória. Dificuldade de enxergar as situações. Desenvolvimento
espiritual. Fluência. Abertura de canal.
QUESTÃO: A questão deste chakra é a clareza. Tanto no sentido
da clareza de raciocínio, de compreensão racional daquilo que nos
cerca, quanto da clareza de captação e percepção do nosso nível
mais amplo, das mensagens de outras dimensões, ou seja a cana-
lização. E a comunicação no seu sentido mais profundo, o contato
com a verdade íntima, a compreensão nítida do que cada momento
nos pede e das indicações de por onde devemos fluir. É o desen-
volvimento da confiança nas sensações, das emoções, da percep-
ção como soberanos e antecedentes às explicações do raciocínio.
Como suas acionadoras e contenedoras.
PEDRAS: As mesmas do quinto chakra.

'SÉTIMO CHAKRA:

PALA VRA-CHA VE: Percepção.
COR: Branco, dourado.
LOCALIZAÇÃO: No topo da cabeça.
Inclui: centros nervosos e questões cerebrais como um
todo. Dificuldades de percepção e conexão. Problemas mentais
mais profundos, psicopatias, "loucura". Problemas que repre-
sentam qualquer tipo de "desconexão" com a realidade. Espi-
ritualização, canalização. Serenidade. Transcendência-a capaci-
dade de lidar com todas as situações sem deixar-se arrastar por
elas. O ponto de equilíbrio.
QUESTÃO: A questão deste chakra é a transcendência. O que
quer dizer: a nossa capacidade de perceber os caminhos a seguir
de um ponto de vista acima dos obstáculos que se põem à frente
dos nossos olhos. É a transcendência da consciência sobre a maté-
ria, possibilitada pela Compreensão da Verdade. É ter o canal para
outras dimensões que nos indicam o rumo constantemente aberto,
em funcionamento. É viver no "estado de canalização", ou estado
de graça, ou, na Plenitude, na calma de se saber o que se é. A
Espiritualização (sem desligamento da matéria, pelo contrário,
com total integração). O Equilíbrio.
PEDRAS: Quartzo branco ou cristal branco, Cristal fantasma,
Cristal rutilado, Calcita ótica, Bastão de massagem, Olho de
tigre, Pedra do sol, Pedra da lua, Pirita, Leopardita (pele de
cobra,
pele de leopardo, leopard), Pedra da neve (snow stone), Aglome-
rado branco.

'CHAKRA DE BASE:

PALAVRA-CHAVE: Concretização.
COR: Marrom, preto.
LOCALIZAçÃO: Na sola dos pés. Consideramos sua faixa como
indo das coxas até os pés.
Inclui: todos os problemas musculares, vasculares e -
seos, dos pés, pernas, joelhos e coxas. Este chakra rege os
proble-
mas ósseos em geral, os músculos, enfim, tudo que é sólido no
organismo. Rege as dificuldades de concretizar nossas decisões e
enraizar nossa vida em conquistas. A fixação objetiva e palpável
dos nossos valores. A capacidade de nos entendermos com a nossa
situação
realidade. De abrir e construir nossos caminhos, de avançar por
eles. A firmeza, a solidez, a estabilidade. O medo de ser
derrubado.
QUESTÃO: Neste chakra vamos tratar da nossa estabilização em
relação aos componentes concretos da nossa vida. Isto vai desde a
conquista e solidificação das condições materiais que conside-
ramos necessárias para esta nossa estabilidade, até o reconhe-
cimento e entendimento das circunstâncias objetivas com as quais
convivemos-os limites-e da maneira como lidar com elas. Isto
significa ao mesmo tempo estar fixado e enraizado na nossa
reali-
dade, sem derrapar nas ilusões e auto-enganos, e, ao mesmo
tempo, tendo a nossa própria raiz como ponto de partida, abrir e
deslanchar nossos caminhos - que só podem ser construídos
sobre os nossos próprios alicerces.
Conforme explicamos anteriormente neste livro, quanto
mais coadunados com a nossa realidade estamos, mais fortaleci-
dos e sólidos nos encontramos, mais protegidos contra qualquer
ataque porquanto menos vulneráveis e fragilizados. É função,
pois, também deste chakra, a proteção em geral, de pessoas, am-
bientes, situações.
PEDRAS: Turmalina preta, Quartzo fumê ou cristal fumê, He-
matita, onix, Sardônix.

'Áreas Intermediárias:

ENTRE O TERCEIRO E O QUARTO CHAKRA:
PALAVRA-CHAVE: Auto-exigência.
COR: Verde amarelado, verde limão.
LOCALIZAÇÃO: Na área de passagem entre o estômago e o
coração.
Inclui: baço e vesícula, pâncreas, Diabetes.
QUESTÃO: Esta é a área onde vou aprender a gostar de mim. A
ser mais doce comigo, abrandar meu nível de auto-exigência e,
conseqüentemente, de exigência com o outro. É onde vou perdoar
os meus fracassos, melhorar meu autoconceito e meu autojulga-
mento. Abrandar minhas culpas, melhorar minha instabilidade de
humor, minha amargura. É onde aprendo a dar colo a mim mesmo.

'ENTRE O QUARTO E O QUINTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Auto-expressão.
COR: azul esverdeado, verde azulado.
LOCALIZAÇÃO: No alto do peito, na passagem entre o coração
e a garganta.
Inclui: problemas da fala, timidez, gagueira, Depressões
por estresse, psicose manfaco-depressiva, Estresse.
QUESTÃO: A questão aqui é a expressão da afetividade, das
emoções, das coisas que nos emocionam e como nos emocionam.
A dificuldade de chorar, de falar de afeto, de mostrar a raiva.
Todas
estas emoções retidas nos "engasgam", causando problemas nos
canais de respiração e fala (laringe, faringe, cordas vocais), im-
pedindo a fluência das nossas atitudes, da nossa expressão do que
é importante e tem significado para nós. Conseqüentemente, tudo
que fica preso, entalado nesta área vira tensão, estresse,
desgaste.
Tratamos, pois, aqui, do estresse, que é o desgaste conseqüente do
esforço de retermos o que deveria ser posto pra fora e que acaba
implodindo, causando uma depressão física ou emocional, que
pode chegar até a problemas regulares neste sentido, como a
psicose maníaco-depressiva, a timidez ou a gagueira.
PEDRAS: Amazonita, Turguesa; Crisocola, Agua-marinha.
PEDRAS: Crisopraso, Talco.


Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva