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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

PEDRAS NOBRES

Na verdade, todas as pedras são nobres, mas chamamos
por este "apelido" aquelas que têm uma função específica de tratar
a energia sutil. São elas: o diamante, a safira e o rubi.
Estas três pedras podem ser usadas, como as outras, para
resolver qualquer questão do chakra ao qual sua cor se reporta.
Mas atuam, a rigor, muito mais sobre a chamada energia sutil, do
que imediatamente sobre a parte mais palpável do que somos. É
como se, ao usá-las, estivéssemos consertando a antena do lado de
fora, o "radar" que capta nossas ondas mais altas, e não o
aparelho
de tevê atingido aqui e agora, no campo onde podemos vê-lo. Não
que este trabalho não seja necessário, mas, por vir "de lá para cá",
tendemos a sentir mais lentamente os seus efeitos. Por outro
lado,
qualquer ajuste operado "daqui para lá" -ou seja, dos níveis mais
visíveis e mais fáceis para nós de lidar, repercutirá no equilíbrio
de todo o nosso ser, indo até as mais altas dimensões.
Estas três pedras são, sem dúvida, de uso suplementar. Seu
uso, de qualquer modo, deve ser sempre acoplado com as pedras
básicas, que trabalham a estrutura mais concreta. Podemos enca-
rá-las, estas três pedras, como amplificadores do trabalho
realiza-
do pelas pedras básicas, como nossos "alto-falantes" para outros
planos.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

O CONCEITO DE CURA

O OBJETIVO de todo este trabalho é alcançar aquilo que chamamos de equilíbrio de energia, ou seja, o ponto em que você consegue vivenciar tanto as coisas boas quanto
as ruins, sem ser por elas desestruturado. A imagem que os Mestres mostram para simbolizar o que é a conquista deste ponto de equilíbrio é bastante interessante:
é a imagem do surfista que sobe em sua prancha e vai seguindo os movimentos da
onda, ele sobe, desce, vira, mergulha. Mas não cai. E esta permanência no ponto de
equilíbrio se deve a um sutil jogo de atenção entre o mover-se e o não mover-se. Voltamos a frisar: estar equilibrado não significa a ausência de problemas em sua
vida, mas sim, que você vai saber lidar com eles.
A palavra "cura" não nos é muito bem-vinda por vários motivos: ela vem sendo muito mal apropriada ultimamente, principalmente quando se refere às práticas alternativas
ou esotéricas — nestes casos, já surge carregada de possibilidades "mágicas" que, na verdade, não existem. Além disto, é empregada sempre num sentido muito restrito,
referente apenas ao conserto dos males físicos. É muito mais do que isto. Cura significa, realmente, a conquista ou o resgate do equilíbrio total, sob todos os pontos
de vista. Isto porque não há desligamento entre as partes da energia que nos compõe: físico, emocional e mental são três corpos contínuos e entrelaçados, e o que
ocorre com um afeta necessariamente o outro.
Isto quer dizer, por um lado, que tudo que aparece de errado no aspecto físico, que é o mais aparente e mais externo, é, na realidade, conseqüência de um desequilíbrio
mais profundo, de alguma interferência que atingiu o eixo central e veio se alastrando até se evidenciar no físico. Por outro lado, isto significa também que, embora
todo trabalho de cura — ou de recuperação do equilíbrio — vise, na verdade, fortalecer o eixo, ele pode ser acionado, elaborado a partir de qualquer uma das
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partes da nossa energia — emocional, físico ou espiritual, porque estará sempre atingindo o todo. O que é preciso, se começamos pelo lado físico, é ter o cuidado
de perceber que a eliminação do sintoma aparente é apenas a limpeza da superfície, e ter atenção para não interromper qualquer processo de "tratamento" enquanto
não sentirmos firmeza na reabilitação a nível mais profundo. Caso contrário, podemos experimentar um constante ritmo de "recaídas" que, na realidade, são provocadas
por uma limpeza que não atingiu o chamado cerne da questão, literalmente.
O processo de formação daquilo que chamamos de doença se dá da seguinte maneira: alguma coisa está acontecendo na minha vida com a qual não estou conseguindo lidar.
Jogo então o problema no corpo e passo, com uma justificativa plausível, sem culpas, a me ocupar com este quadro, já que todo mundo sabe que "a saúde vem em primeiro
lugar". Isto é uma defesa natural de todo ser humano, ou melhor, de todo ser que possui uma representação física neste mundo, como as plantas e os animais. Muito
bem: se este processo ocorrer normalmente, enquanto eu me ocupo da "doença" os outros lados da minha energia ficam livres da tensão provocada por uma atenção permanente,
pela expectativa da resolução, e elaboram o problema que provocou aquela "fuga". No momento em que o problema se resolve, em que a situação de vida se soluciona,
a tendência é de que o mal do meu corpo físico também se re-pere espontaneamente. Mas se eu não conseguir resolver o broblema que está na origem da história toda,
então o que vai acontecer é que o distúrbio físico permanece, se cronifica, e vi- aquilo que realmente podemos chamar de doença.
Por isto mesmo é que uma das formas mais fáceis de fazer "diagnóstico" é localizando qual era a situação de vida que
nela a pessoa estava tendo no momento em que a
doença surjiu, ou qual é a situação de vida na qual ela permanece e que
faz com que a doença igualmente não se vá. Este tipo de detexão não exige nenhuma complicação, muito
pelo contrário: via regra, é algo bastante linear, literal, do tipo: se é uma
situação que eu não quero encarar, ou prefiro fazer de conta que não
sinto ou não suporto
olhar, vou fazer um problema na vista, ou rosto. Se é algo que eu não consigo articular, vai atingir
alguma articulação do corpo. Se é uma dificuldade de elaborar
emoções afetivas, expressar o afeto, vai atingir o coração, a circulação. E assim por diante.
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Esta defesa através do corpo se faz como parte integrante dos processos da natureza. Não há nada de errado com isto. E geralmente, quando conseguimos localizar o
problema da vida que levou a pessoa a se proteger no quadro de desequilíbrio corporal, ela pode chegar a um ponto de equilíbrio até mesmo permanecendo com a própria
doença. Isto porque o fato de entender o processo de formação e atinar com a causa faz com que a relação doente/doença se modifique completamente. A pessoa passa
a não se sentir mais impotente, incompetente diante daquele mal que a assalta, e entende que a doença não é uma coisa imposta, que ocorreu à sua revelia, mas sim,
uma espécie de recurso que ela está utilizando, uma coisa postiça, que não pertence a ela, mas foi como que emprestada para ajudar a suportar uma situação. Como
uma bengala mesmo — coisa de que algum dia na vida todo mundo precisa.
O segundo passo importante quando estamos nos dispondo a curar alguém, é justamente compreender que ninguém cura ninguém. Como disse uma homeopata amiga minha, Cláudia,
"no máximo você pode despertar o curador que existe dentro do outro". Esta visão está corretíssima. O máximo que você pode fazer é trocar a lâmpada. Se tudo estiver
acontecendo no nível da lâmpada, ótimo. Mas o mais provável é que haja alguma coisa no circuito interno, no fio oculto na parede, que não está ao seu alcance consertar.
Naturalmente isto não significa que se deva cruzar os braços diante de situação alguma. Muito pelo contrário, se temos algum instrumento para utilizar, nem que seja
uma palavra ou um abraço, devemos lançá-lo para auxiliar a pessoa. Se alguém está afundando e você tem uma
bóia, jogue. Dependerá sempre da pessoa o gesto, a disponibilidade
de estender a mão e agarrar o socorro. Dependerá até da capacidade de fôlego que lhe reste. Mas se ninguém jogar a bóia, com certeza ela vai se afogar. Todo mundo
pode escolher não se salvar. Porém não há nada pior do que sucumbir por falta de chances. Portanto, é muito importante aprender a pedir o socorro quando precisamos,
e a atirá-lo para quem necessita, mesmo que pareça um caso sem esperança ou que a pessoa se mostre impermeável.
O que esta premissa de que ninguém cura ninguém significa, por outro lado, é que não devemos nos desesperar quando usamos todos os recursos e nada resolve, nem muito
menos entrar numa de que vamos curar de qualquer jeito só porque aprendemos a utilizar um instrumento qualquer, e já sabemos que qualquer um pode provocar uma cura
em si mesmo
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ou no outro. Nenhuma destas duas atitudes corresponde à realidade. A realidade é a de que, novamente aí, vamos encontrar o princípio básico da comunicação: para
que ela se estabeleça, é preciso que emissor e receptor estejam abertos. Não basta eu querer curar — é preciso que o receptor da cura esteja querendo de fato recebê-la.
Se não for assim, nada vai acontecer mesmo. Do mesmo jeito que nada vai rolar se eu fizer todo o meu teatro, usar mil regras e rituais, mas não estiver internamente
a fim de elaborar a cura. Na verdade, quando existe um acordo interno mútuo entre curador e curado, tudo se torna possível, e os instrumentos são indispensáveis,
pois eles são, na verdade, apenas representantes da nossa vontade. Para que uma cura ocorra, basta, num nível profundo, total, verdadeiro, acionar a vontade numa
determinada direção. E aí veremos os milagres como os de Jesus quando dizia apenas: "Levanta-te e anda" e tudo obedecia. Mas, para isto, precisaríamos ter a firmeza
de emissão e manutenção da vibração desta vontade, desta energia de modificação, que geralmente não temos.
Nossas inseguranças nos traem. Vacilamos. Quando se trata de alcançar uma coisa boa, de vivenciar um sucesso de qualquer tipo, a dúvida nos ataca pela base, e logo
colocamos um "se" na história, enfraquecendo a emissão de energia. É por isto que temos a impressão de que as chamadas "Forças do Mal" conseguem ser mais bem sucedidas
— é porque elas não vacilam na busca de seus objetivos. Se eu me proponho a conquistar algo que é bom para mim, seja uma casa nova, uma relação afetiva ou uma cura,
imediatamente começo a me questionar, a duvidar de que realmente consiga, a não me achar merecedor, e ainda por cima, a ter medo de conseguir e ficar vivendo na
apreensão da possível perda. Mas se o objetivo de alguém é destruir, fazer o mal, a tendência é que esta pessoa parta com total convicção para atingir seu objetivo,
sem nem sequer parar para pensar. E então ela alcança com mais facilidade o que queria, simplesmente porque não hesitou. É claro que haverá sempre um retorno. Mas
isto já é outra história.
Pois como íamos dizendo, é preciso então, para que a cura opere, que exista este "acordo" interno entre quem a faz e Quem a recebe. Isto ultrapassa, sem dúvida,
o nível do raciocínio. É alguma coisa bem mais profunda e bem mais complexa
eo que a cabeça que vai determinar se aquela pessoa quer ser curada, se ela pode ser curada,
se ela consegue realmente dispor daquela defesa, jogar fora a bengala. Este buraco é
muito mais profundo do que a compreensão aparente dos fatos. Por
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esta razão é que acontecem coisas para as quais não encontramos uma explicação, como quando alguém diz o tempo todo — mantém um discurso — de que quer a cura, e
tudo se faz, mas nada adianta. Isto significa que o discurso não corresponde à verdade do eixo. Ou, ao contrário: quando é aquela situação em que o doente não acredita
em nada, às vezes, até, um caso muito complicado, e, subitamente, a cura acontece. É justo porque dentro daquela pessoa alguma coisa havia aberto o espaço para a
resolução.
Não tenham dúvida, porém, de que tudo deve ser sempre tentado, se a intuição assim o indicar. Trabalhar os instrumentos de cura, sejam quais forem, é sempre uma
forma de emitir para a pessoa uma energia que vai mexer com ela no sentido de provocar que sua estrutura se modifique na direção do equilíbrio, não fique paralisada.
E, de repente, pode dar um "clique", até mesmo permitindo uma cura inesperada e "milagrosa". No mínimo, a intenção de ajuda traz um conforto, dentro do possível
e também aí, do nível de aceitação de quem recebe. Há pessoas que são totalmente fechadas para o alívio do sofrimento, até mesmo por precisarem utilizá-lo para aliviar
a carência chamando a atenção dos outros, ou para se manterem escondidas atrás dele por se sentirem fracassadas e incompetentes dentro da vida.
Nada vai ser posto na sua frente para curar, nenhum caso, com o qual você não possa lidar. Se o seu sinal interno for verde, siga em frente, mesmo que "não saiba"
o que fazer. Faça o que lhe der na telha, qualquer coisa, e entregue aos De Cima a solução, porque, nesta hora, você é apenas o veículo do trabalho deles. Você pode
se embananar por achar que o caso foge à sua competência, por se sentir pequeno diante da situação, por achar que o seu cansaço físico ou o seu envolvimento emocional
não lhe permitirão saber como agir. Não importa: se alguma coisa dentro de você estiver dizendo "faça", então faça. Entregue aos Mestres e prossiga, seja como for.
Não é de sua responsabilidade o resultado, e mal não vai fazer. Mas será de sua responsabilidade omitir-se quando for chamado internamente. Pelo contrário, seja
qual for a situação que se apresente, se você, por dentro, não estiver sentindo mesmo, claramente, que
deve se meter com aquilo, pode virar as costas tranqüilamente,
porque aquela questão não era para ser resolvida por você, seja o que for.
Não ultrapasse jamais os seus limites para cuidar de ninguém, senão, ambos vão capotar, você e a pessoa. Nem muito
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menos se meta a gastar energia com outra pessoa se não estiver você mesmo energizado. É muito comum a gente ouvir de terapeutas, tanto os de corpo quanto os psicoterapeutas,
que, ao fim de um dia de trabalho, se sentem completamente exauridos. É claro: passaram todo o dia dando energia sem se reabastecer jamais. Outra coisa comum de
acontecer é encontrarmos aquele tipo de pessoa que faz um trabalho de caridade qualquer, tipo trabalha num centro espírita, ou faz um trabalho de cura que todo mundo
considera formidável e admira pela abnegação, e, de repente, esta pessoa, que no conceito tradicional de caridade mereceria o céu, começa a sofrer todos os tipos
de desequilíbrio. Lógico: deu tudo que tinha sem se alimentar e "esvaziou", abriu os flancos, se enfraqueceu energeticamen-te. Muitas vezes, quando estamos tratando
de uma pessoa, é comum sentirmos o que ela está sentindo. Se ela tem uma determinada dor, nós a sentimos, se tem angústia, parece ter passado para nós etc. Isto
acontece como uma forma de ficar nítido para nós que o ponto que devemos tratar é aquele mesmo, nossa abordagem está correta. Se estivermos com a nossa estrutura
bem firmada, protegida, estes sintomas captados se diluirão naturalmente ao deixarmos a pessoa. Mas se estivermos vulneráveis, de alguma forma o desequilíbrio da
energia do outro vai nos atingir. E vai acumulando, acumulando sem que a gente se dê conta, até que nos derruba "inexplicavelmente". Por isto recomendamos expressamente
que não se mexa com a energia dos outros sem antes alimentar a nossa, ou, pelo menos, se for o caso de uma emergência, devemos nos energizar imediatamente após lidar
com o outro. O ideal, é claro, é manter-se permanentemente protegido, trabalhando o fortalecimento do canal. Esta proteção para ser facilmente conseguida pela convivência
constante, de qualquer modo que se prefira, com os cristais. Ou, melhor ainda, com a prática de qualquer exercício de energização, inclusive os sugeridos no livro
Salto do Tigre ou no final deste.
Pode ocorrer que a pessoa que está sendo tratada sofra um processo de descarga, uma espécie de catarse. Na verdade, isto pode acontecer não só durante uma cura,
mas quando se estabelece contato com qualquer coisa que acione as Energias do canal, porque este contato já é, em si, um processo de cura, mesmo que não esteja sendo
acionado conscientemente, através de instrumentos ou de gestos rituais. Estas descargas são absolutamente normais, e não significam que a pessoa está "passando mal",
embora possa parecer. É preciso saber, primeiro, que
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este tipo de descarga so ocorre quando alguma coisa "lá em cima" nos dá o sinal verde, o que quer dizer que podemos soltar a carga naquela hora e local, porque teremos
respaldo, podemos contar com algum tipo de apoio para nos ajudar a elaborar. É por isto que, às vezes, alguém "despenca" sem aviso na nossa frente, ou nós despencamos
inesperadamente na mão de alguém que às vezes não conhecemos: é porque alguém "lá em cima" "soprou" dentro de nós: "Pode ir que vai dar para segurar. Esta é a hora".
Na verdade, sempre que acontece uma coisa destas — que pode se apresentar sob várias formas, como uma dor forte, vômitos, um acesso de choro, medo, angústia etc.
— nós vamos entrar e sair da coisa sozinhos, é sempre um movimento circular. É apenas a explosão de uma necessidade de limpeza que já estava latente dentro de nós
há muito tempo. Depois que "descarregamos", vem o alívio, e podemos resolver o problema melhor.
É como quando a gente tem um enjôo muito forte. Aí você vomita, e
vem o alívio. E então você relaxa e se cuida direito. Só que, na maioria das vezes, nos sentimos inseguros, temos a compreensível necessidade de um apoio externo
para podermos soltar, sem limitações, tudo que precisamos. E nos sentimos mais seguros se houver alguém que nos passe confiança por perto. É como se quiséssemos
alguém para pôr a mão na nossa testa enquanto vomitamos. Na verdade, isto não está alterando nada, nós mesmos é que estamos pondo tudo para fora na proporção e intensidade
em que precisamos, até alcançar o alívio total. Mas aquela mão na testa nos dá segurança para soltarmos tudo sem nos preocuparmos com possíveis atropelos, e ir até
o fim mesmo. O apoio é apenas um apoio, o processo é nosso.
Portanto, se alguém de repente passar por uma descarga destas perto de você, ou se acontecer com você, nem se preocupe — isto só acontece quando há um respaldo,
e acontece justamente para que seja posto à nossa frente o que nos aflige, de maneira contundente, e a gente possa olhar e ver que não há razão para se assustar.
E seguir em frente, sem mais medos. É uma 'limpeza de área", estamos tirando o lixo acumulado de algum modo. Não se espantem, pois, se, ao utilizar um instrumento
de alívio qualquer, houver um acirramento, uma intensificação do sintoma antes que ele desapareça: é assim mesmo, pode ocorrer, embora não seja regra. Se eu uso
um cristal para tirar uma dor, ela pode aumentar antes de ceder. Se estou fazendo um exercício de canalização, posso "ver coisas horríveis"
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antes de me sentir em paz. Se estou fazendo o tratamento do cristal cor-de-rosa (ver o Salto do Tigre), posso ter angústias ou lembranças doloridas. Ou qualquer
outra coisa do gênero. Tudo isto vai passar, necessariamente. Se estiver suportável, prossiga e encontrará logo o alívio. Se estiver incomodando muito, pare, dê
um tempo, e retome o tratamento quando quiser — provavelmente você não sentirá mais uma descarga tão forte, porque aquele estágio já foi ultrapassado.
É preciso também estar atento quando utilizamos um cristal ou outro "puxador" de energia, para não deixarmos que permaneça num ponto sobre o corpo indefinidamente.
Lembrem-se de que estamos lidando com os mesmos circuitos que alimentam, por exemplo, um aparelho elétrico: se ficar ligado ininterruptamente, vai aquecer demais
e pode até estragar. É comum que você pregue um cristal em qualquer parte do corpo e esqueça. Dali a um tempo vai sentir uma dor no local, uma tensão, ou até mesmo
uma queimadura. É só porque houve um acúmulo excessivo de energia naquele ponto específico. Basta retirar o cristal e a coisa
se dissolve.
No tratamento com o cristal ou com a energização, o tempo de recuperação é sempre relativamente proporcional ao tempo que aquele mal levou para se formar. E, mesmo
quando o equilíbrio for restaurado, aquele ponto permanecerá mais vulnerável do que outros. Isto quer dizer que às vezes curamos, por exemplo, uma enxaqueca ou uma
asma. Mas quando tivermos uma pressão muito forte na vida, a tendência é que estes sejam os pontos de defesa atingidos, e que a gente volte a sentir, temporariamente,
os antigos sintomas. E se você tiver uma lesão do tipo considerado irreversível, que tenha uma indicação, por exemplo, cirúrgica, não se preocupe: a cirurgia correrá
da forma mais suave e acertada para você.
Não se esqueçam, sobretudo, que cristal não é aspirina. Ele pode até fazer este papel de remédio, geralmente é bem sucedido quando o utilizamos para aliviar algum
sintoma, mas se não operar um alívio imediato, não se surpreenda, porque esta não é a verdadeira função do cristal. Sua verdadeira função é corrigir, ao longo do
tempo, a causa do desequilíbrio aparente, e nos levar de volta ao nosso fluxo estrutural. Portanto, se você estiver sentindo uma dor e o uso do cristal não resolver
de imediato, não vacile, tome um comprimido. Assim como, se for um caso mais complicado, não tenha dúvida de que, na incapacidade de resolver ele mesmo o problema,
o cristal vai levá-lo com toda certeza até alguém que resolva. Já temos visto inúmeras
situações assim.
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Gostaríamos de lembrar ainda que qualquer trabalho de "cura" = energização = busca do equilíbrio, pode ser opera-cionalizado em nós mesmos, em outra pessoa, ou à
distância, através do uso do nosso próprio corpo como veículo, intencionado para surtir efeito na pessoa em quem pensamos, ou sobre um nome escrito num papel, uma
foto, ou qualquer coisa que represente a pessoa. Mas não se esqueça de que jamais você deve fazer através de você uma energização à distância sem antes ter se energizado.
O uso dos cristais, assim como a prática de qualquer dos exercícios de energização indicados neste livro e no O Equilíbrio da Energia Está no Salto do Tigre tem,
com toda certeza, um efeito curador, dentro do conceito que acabamos de explicar. Ou seja: levarão o praticante ao encontro incontestável do seu ponto de equilíbrio,
da sua capacidade de lidar com sua vida, haja o que houver, sem realmente se desestruturar.
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Texto retirado do livro:

Para mim, apenas o melhor

De:

Virgínia Cavalcante

Editora: Objetiva

CHAKRA, SAÚDE, CURA:

Nosso corpo físico é envolvido por camadas de ener-
gia com funções diversas que, juntas, formam A Aura.
A Aura - tanto mais densa quanto mais perto do corpo
e mais rarefeita quanto mais distante - é uma espécie de
desdobramento da nossa matéria condensada e limitada,
através do qual nos integramos às faixas de Energia Cós-
mica às quais de fato pertencemos. A "comunicação" ou
"entrada e saída" do fluxo energético entre o nosso ser
físico e o Universo se dá através de pequenos "exausto-
res"; colocados na camada imediatamente sobreposta ã
matéria do nosso corpo, que são os Chakras.
Os sete Chakras principais, localizados do púbis ao
topo da cabeça e contados de baixo para cima, formam
uma espécie de "canal central" desta comunicação que
chamaremos de Espinha Dorsal Energética. Através dos
Chakras principais podemos detectar desequilibrios de
qualquer parte do nosso circuito e reequilibrá-los devi-
damente, conforme veremos a seguir.

O trabalho de equilibrio da energia através dos Cha-
kras poderá ser feito com os cristais, as cores e as mãos,
juntos ou em separado.

UMA APROXIMAÇÃO CONCEITUAL
Todo chakra rege a área física em que se encontra. Isto
significa que qualquer problema de ordem orgânica indica que há
um bloqueio ou distúrbio referente à questão correspondente ao
chakra desta área. E também que, ao trabalharmos o reequilíbrio
desta questão, podemos ou utilizar simplesmente as cores ou as
pedras pertinentes à questão, ou trabalhar diretamente sobre qual-
quer ponto desta área, energizando-o conforme seja possível.
Ou seja: se você tem, por exemplo, um problema de intes-
tino, pode carregar um cristal curador no bolso da calça, não
precisa usá-lo diretamente sobre o intestino. Se você vai
energizar
com a mão uma pessoa doente, que tem, digamos, um câncer no
pulmão, e que só consegue ficar deitada de costas, pode energizá-
la pelos lados, pela frente, contanto que seja na altura dos
pulmões.
Se não for uma energização direta sobre o corpo, utilize a cor
correspondente à área atingida, "pedindo-a" e intencionando que
seja "jogada" à distância e com constância na região atingida e que
equacione da melhor maneira o problema que causou o mal pal-
pável, seja orgânico ou emocional. Ou mantenha no seu ambiente,
de qualquer maneira, os cristais correspondentes à cura do
proble-
ma, devidamente intencionados para resolvê-los.
A energização pode ser feita ainda à distância, sobre o
nome da pessoa escrito num papel, uma foto, um boneco, ou
qualquer outra coisa que para nós represente a pessoa. A energi-
zação à distância é como um fax: você aperta o botão aqui e ele sai
lá no mesmo instante- trata-se de uma transferência instantânea
de impressão, de padrão energético.
Lembre-se de que o distúrbio físico, quando chega a ocor-
rer, já é a "ponta do iceberg" - quer dizer, é o último estágio de
um desequilíbrio que vem de outras dimensões do nosso ser. O
desequilíbrio começa a acontecer quando há qualquer tipo de
insatisfação, de inadequação profunda, muitas vezes inconsciente,
que começa a nos desviar dos que nos pertence.
Esta sensação sutil de inadaptação ao que está nos ocor-
rendo torna-se mais visfvel quando começa a atingir e perturbar
nossas emoções conscientes, levando-nos a comportamentos es-
tranhos a nós mesmos, sensações que não parecem nossas.
Finalmente, o distúrbio atinge o físico. É assim então, geral-
mente, que tomamos uma consciência relativa de que algo está
errado e começamos a pensar em nos cuidar. Digo consciência
relativa porque, na maioria das vezes, nos é difícil encarar ou
perceber a real causa da deficiência visível, o problema que está
realmente provocando a modificação física ou emocional.
Ainda assim, a tendência é de que procuremos nos cuidar
ao sermos atingidos no nosso nível mais concreto-pois este é um
obstáculo que, de modo inegável, nos dá o recado de que estamos
indo por um caminho errado e nos impede, fisicamente, de conti-
nuar insistindo no desvio. Nos detém, literalmente. Só então,
diante de uma circunstância extrema, tendemos a procurar uma
"cura" ou um reequilíbrio. Mesmo não compreendendo as causas
profundas, não importa: ao reparar o dano no campo físico da
matéria, ou no emocional ou no espiritual, estamos atingindo e
recuperando a nossa onda de energia como um todo. Estamos
limpando a faixa como um todo, em todas as dimensões.
Evidentemente, como Matéria que somos, é mais fácil e
compreensível para nós lidarmos com problemas no seu nível
materializado e concreto, como é o caso daquilo que chamamos de
doença orgânica. Mas, na verdade, a apresentação de uma doença
é apenas um tipo de linguagem utilizado pelo Universo para nos
apontar a existência do desequilíbrio e a necessidade de repará-lo.
Ainda que inconscientemente, em relação ao todo.
Sintoma, como a própria palavra diz, é apenas sintoma. É
o que sentimos na aparência para chamar atenção sobre o fato de
que algo está ocorrendo. E o que aparece não é necessariamente o
que está por trás, é claro. A convivência constante com qualquer
processo de energização provocará uma "cura permanente", no
sentido de estabilização profunda do eixo causal, reduzindo auto-
maticamente a existência dos sintomas que nos trazem danos mais
imediatos e palpáveis.
Todo reflexo no físico, aquilo que convencionamos chamar
de "doenças", é a representação direta de alguma situação de vida
com a qual não estamos conseguindo lidar. O que não quer dizer
nada que seja digno de culpa, mas apenas a constatação de falta
de condições apropriadas, por qualquer motivo, não importa jul-
gar. Importa é saber que, quando aperta o calo, isto é, quando
estamos cometendo um esforço maior do que podemos, de fato,
alcançar, somos "puxados" pelo nosso corpo físico através de um
distúrbio, de modo a termos que permanecer ocupados com a
saúde enquanto o problema que está por trás se desengatilha.
É imprevisível dizer quanto tempo levaremos para "cu-
rar" o físico, é impossível dizer mesmo se conseguiremos "curá-
lo". Estaremos ocupados tratando da doença durante o tempo que
for necessário para aprender a enfrentar a situação que a causou
-o que pode, inclusive, durar o tempo de toda a nossa existência
neste campo.
Isto quer dizer o seguinte: não confunda cura com elimina-
ção de distúrbio físico. CURA É ALCANÇAR O PONTO DE
EQUiLíBRIO RELATIVO A UMA QUESTÃO - isto pode signi-
ficar, inclusive, que a simples convivência pacífica e
harmonizada
com a "doença" pode ser muito mais confortável e menos desgas-
tante do que insistentes e inúteis tentativas de eliminá-la - a não
ser que estas tentativas sejam o que nos ajuda a manter tudo de
forma suportável, nos deixando ocupados o suficiente para evitar
que pensemos no insuportável.
O importante é não ter falsas expectativas de alcançar uma
"saúde perfeita" através de qualquer método de energização. O
importante é saber que, do ponto de vista das forças do astral que
regulam estes processos de energização e garantem o seu sucesso,
ter saúde é conseguir lidar com os altos e baixos que atravessamos
naturalmente durante toda nossa caminhada no Universo. Como,
aliás, ocorre com todos os outros elementos componentes deste
Universo, além do ser humano.
CADA QUESTÃO NO SEU CHAKRA
Lembrando e complementando para quem já leu O Equi-
LIfbrio da Energia Está no Salto do Tigre e Para Mim Apenas o
Melhor.
Informando, para quem não leu.

'PRIMEIRO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Ativação.
COR: Vermelho.
LOCALIZAçÃO: Na região dos quadris. Podemos considerar
sua faixa como indo dos joelhos até a altura dos ovários. (As
coxas
podem também ser tratadas dentro do chakra de base.)
Inclui: musculatura das cochas, problemas sexuais, geni-
tais, útero, trompa, ânus, hemorróidas. Fertilidade, distúrbios
menstruais. Problemas sangüíneos. Desânimo, estafa física. Falta
de coragem, de decisão, dificuldade de escolha.
QUESTÃO: Este e o chakra de ativação. Ou seja, é a freqüência
através da qual entramos no mundo. É o princípio ativo, tudo
aquilo que entendemos por masculino: a capacidade de ação, de
tomar a iniciativa, de ter atitude. A agressividade, no sentido
de
ser capaz de se lançar. Este chakra rege a nossa capacidade de
entrar na vida. De escolher o que queremos e não queremos para
a nossa vida e ir à luta para buscar isto. Plantar e fertilizar.
Lançar
as sementes e regá-las. Neste sentido, envolve todos os componen-
tes necessários a isto, ou seja: vai desde escolher o que
queremos
gerar em nossa vida e o que queremos eliminar, passa pela
criati-
vidade e pela capacidade de realmente acionar o que foi
escolhido,
e os elementos necessários para esta ação: a coragem, a decisão, a
energia física, o entusiasmo, o ânimo, a disposição.
PEDRAS Rubi, Rubilita, Granada, Dolomita/Jásper vermellio.
Observação: todas as pedras vermelhas são estimulantes e tratam
de questões sangüíneas.


'SEGUNDO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Cotidiano.
COR: Laranja.
LOCALIZAÇÃO: Na região do umbigo. Podemos considerar co-
mo indo do ovário até à cintura.
Indui: todos os problemas de intestino, rins, ovários, re-
gião lombar (muscular ou coluna). Dificuldade de lidar com o
cotidiano.
QUESTÃO: Este é o chakra onde tratamos da elaboração das
nossas relações emocionais com o cotidiano. Com tudo que nos
ocorre no dia-a-dia. Todos os nossos chamados "probleminhas"
- tipo: a empregada não veio, o telefonema que esperamos, um
atraso, uma reunião importante, ordenar a vida dos filhos, o
engarrafamento de trânsito, etc. São estes pequenos acontecimen-
tos que nos "embananam" e impedem nosso fluir. Atravancam o
nosso campo de ação imediato. Se não conseguirmos achar uma
maneira de lidar com eles, tais ocorrências nos complicam, nos
confundem, nos embaraçam, dificultando as nossas escolhas. Este
embaraçamento, quando não resolvido, nos retém no nível mais
superficial da vida, impedindo que ultrapassemos as barreiras
próximas e nos lancemos no verdadeiro caminhar. São estes impe-
dimentos imediatos que nos irritam e causam aborrecimentos. A
irritação é o atrito causado pelo choque entre o nosso desejo de
avançar e o obstáculo. Este atrito vai causar uma "descarga" que
desemboca num sintoma de alerta, que chamamos de fundo emo-
cional - como uma súbita queda de pressão, enxaqueca, dor de
estômago e outros, que nos indicam claramente o início - ou
andamento - do processo de frustração e o que o provoca, no
nosso circulo mais próximo.
PEDRAS: Calcita laranja, Cacochinita, Cornalina, Citrino.

'TERCEIRO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Eu.
COR: Amarelo.
LOCALIZAÇÃO: Na área do estômago. Vai da cintura até logo
acima do estômago.
Inclui: Todo o aparelho digestivo e respiratório. Descon-
troles como fumar demais, beber, comer de menos ou demais.
Dificuldades de posicionamento, trabalho, realização pessoal e
ganhos. Sucesso. Alegria, felicidade. Alto astral.
QUESTÃO: Este é o chakra da realização pessoal. Do sucesso, de
alcançar o meu significado neste mundo. Da consciência do que
somos e do conseqüente exercício deste ser através do ter e do
fazer
a ele inerentes. Quanto mais sou consciente do que sou, mais
claros
os meus desejos e o meu conhecimento do potencial para realizá-
los. Consigo ter a medida do meu poder de concretização em
relação às circunstâncias que me cercam e me posiciono sem medo,
ocupando meu espaço nesta vida. Como um sol, que simboliza este
chakra, emito a minha vida, equilibro e alimento meu universo
pessoal a partir da minha própria luz - que é a consciência do que
sou. É o chakra do carisma.
Sabendo quem eu sou, estou apto a não me trair e posso
agir de acordo comigo, fazendo o que quero. Isto deve me levar a
trabalhar no que gosto, a produzir o que se adapta à minha
capacidade. A conseqüência será uma produção que é o melhor de
mim, e esta é a minha maior garantia de ser recompensado, inclu-
sive, financeiramente.
É a maneira como nos posicionamos dentro da vida que
vai determinar tudo o que nos acontece. As pessoas que cedem ou
não têm forças para se posicionar de acordo com o que são e o que
desejam, mesmo que numa situação pequena, terão problemas na
área física deste chakra.
Portanto, é bom estar atento: quando o estômago começa
a nos enviar, através de uma má digestão, o sinal de que estamos
saindo do nosso rumo, nos afastando do que queremos. Quando
há crianças na família com distúrbios de respiração ou alimentação
(bronquite, falta ou excesso de apetite, etc.), pois isto quer
dizer
que o eu desta criança está sendo sufocado, ela não está encontran-
do espaço para ser o que é-e geralmente os adultos não percebem
que, e, como a estão cerceando. Quando crianças nascem com
problemas respiratórios - o que significa que, por algum motivo,
a família não está de fato disponível para receber esta criança.
A respiração significa encontrar e viabilizar nossos cami-
nhos, os caminhos para o que eu sou, neste mundo. A alimentação
é o preenchimento do eu, para que, completo e pleno, possa
encontrar seus caminhos.
Este é o chakra do poder, do poder pessoal, do verdadeiro
poder, que emana da consciência do ser. Pessoas inseguras, que
não sabem o que são, apresentam um desequilíbrio na energia
deste chakra, que se manifesta sob a forma de autoritarismo, de
abuso do exercício deste falso tipo de poder.
PEDRAS: Citrino, Topázio, Fluorita amarela.

'QUARTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Afetivo.
COR: Rosa e verde.
LOCALIZAÇÃO: Na altura do coração. A faixa começa logo no
alto do estômago e se estende até a altura das axilas.
Inclui: todas as doenças relativas ao coração, tanto no
aspecto físico quanto no emocional. Angústia, harmonia, bem-es-
tar. Auto-estima e relações afetivas importantes. Capacidade de
amar e se relacionar afetivamente. Carência afetiva. Solidão (iso-
lamento), vazio existencial (tratar junto com terceiro e quinto
chakras). Falta de sentido, depressão. Cura, de um modo geral, se
considerarmos o coração como centro gerador de vida. Seios.
Axilas (parte inferior).
QUESTÃO: Este é o chakra em que vamos tratar da afetividade
como um todo, das relações afetivas, a começar do afeto por mim
mesmo. Por relações afetivas relevantes entendemos nossas rela-
ções básicas, de alicerce, como pai, mãe, filhos, marido, mulher e
outras que consideremos no mesmo nível.
Quando as pessoas se queixam de falta de um bom rela-
cionamento afetivo, se esquecem de que, fundamentalmente, é
preciso se acreditar gostável para estar disponível e exposto sem
inseguranças, de modo a propiciar um bom envolvimento, um que
seja saudável. Primeiro preciso aprender a gostar de mim, como
sou. Dentro do enfoque da compreensão, de que falamos anterior-
mente neste livro.
Gostando do que sou, estou emitindo para os outros a
certeza de que também podem fazê-lo. Se eu não gosto de mim,
como posso esperar que outra pessoa goste? Pior, porém, é não
conseguir encontrar nunca minha auto-estima por estar sempre
dependendo de alguém que me confirme, por só achar que valho
alguma coisa quando alguém me "vê" e diz que "gosta" de mim.
Ora, esta é a maneira pior de se relacionar, pois evidentemente,
cada pessoa e cada circunstância farão com que eu seja "visto" e
"gostado" de maneira diferente. E, a cada vez que uma pessoa se
se afastar da minha vida, entrarei em desespero, numa crise de
insegurança totalizadora, sem saber a que atribuir o "erro" que
não
me deixa nuncaestabilizar uma relação. Ora, o erro está em que
não consegui estabelecer uma boa relação comigo mesmo. Logo,
se eu que sou o objeto a ser amado não existo nem para mim
(afetivamente), como posso ser o elo principal de uma relação? Se
sou o que sou, e me afirmo como sou, quem gostar de mim assim,
estará gostando de fato e estabelecendo uma relação verdadeira e
sólida, pelo menos viável.
Uma pessoa de bem consigo mesma estará de bem com a
vida e promoverá a harmonia nos ambientes onde vive. Não terá
também dificuldades de se expressar. Por isto, neste chakra vamos
tratar do resgate e estabilização de todos os âmbitos da
afetividade.
A cor verde é utilizada para todos os casos de cura. Sim-
bolicamente, verde trata do coração, que faz pulsar vitalmente
todas as nossas funções. É a fonte e pode ser tratada por tabela
como responsável inicial por todos os nossos possíveis distúrbios
físicos. Isto é uma convenção largamente estabelecida dentro do
trabalho energético.
PEDRAS: Quartzo rosa ou cristal cor-de-rosa, Turmalina rosa,
Rodocrosita, Rodonita, Turmalina verde, Malaguita, Esmeralda,
Quartzo verde, Canga rosa, Kunzita, Jade.

'QUINTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Comunicação.
COR: Azul.
LOCALIZAçÃO: Na área do pescoço. Vai das axilas até os ouvi-
dos.
Inclui: ombros, braços, mãos, axilas (parte superior), gar-
ganta, tireóide, voz, coluna, nuca, boca, dentes, face, ouvidos,
maxilar. Dor de cabeça. Problemas graves da visão. Problemas
causados por tensão. Dificuldades de dar e receber, de comunica-
ção.
QUESTÃO: A capacidade de se comunicar. De dar e receber. A
maneira como eu me expresso. A comunicação nos ambientes, a
capacidade de articulação entre os elementos da minha vida, entre
as minhas partes (cabeça e espírito, sexo e sentimento, atitude e
pensamento, etc. - quando uma funciona e a outra não, ou
quando uma funciona mais que a outra, em detrimento da outra, se
há um desequilíbrio na comunicação do meu eu). A tensão (tudo
aquilo que não expresso me deixa tenso e causa desgaste,
estresse).
PEDRAS: Biterminado ou cristal de duas pontas, Sodalita, Tur-
malina azul, Azurita, Lápis-lazúli, Quartzo azul, Cia.nita, Fluo-
rita, Ametista.
Observação: Todas as pedras destes chakras são utilizadas também
no sexto chakra. Isto porque o quinto e o sexto chakra formam o
Centro de Comunicação (ver Para Mim Apenas o Melhor). Qualquer
ativação em qualquer parte dos dois chakras atingirá a área como
um todo.

'SEXTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Compreensão.
COR: Azul-índigo, violeta.
LOCALÍZAÇÃO: Na altura dos olhos. Podemos considerar sua
faixa como indo dos ouvidos até o alto da testa.
Inclui: todos os problemas da visão, rinite, sinusite, dor de
cabeça. Cérebro. Centros nervosos. Intuição e percepção. Capaci-
dade de concentração. Clareza mental. Raciocínio. Desequilíbrios
mentais. Doenças nervosas em geral. Esclerose múltipla, mal de
Parkinson, osteoporose (tratar acoplado ao chakra de base). Me-
mória. Dificuldade de enxergar as situações. Desenvolvimento
espiritual. Fluência. Abertura de canal.
QUESTÃO: A questão deste chakra é a clareza. Tanto no sentido
da clareza de raciocínio, de compreensão racional daquilo que nos
cerca, quanto da clareza de captação e percepção do nosso nível
mais amplo, das mensagens de outras dimensões, ou seja a cana-
lização. E a comunicação no seu sentido mais profundo, o contato
com a verdade íntima, a compreensão nítida do que cada momento
nos pede e das indicações de por onde devemos fluir. É o desen-
volvimento da confiança nas sensações, das emoções, da percep-
ção como soberanos e antecedentes às explicações do raciocínio.
Como suas acionadoras e contenedoras.
PEDRAS: As mesmas do quinto chakra.

'SÉTIMO CHAKRA:

PALA VRA-CHA VE: Percepção.
COR: Branco, dourado.
LOCALIZAÇÃO: No topo da cabeça.
Inclui: centros nervosos e questões cerebrais como um
todo. Dificuldades de percepção e conexão. Problemas mentais
mais profundos, psicopatias, "loucura". Problemas que repre-
sentam qualquer tipo de "desconexão" com a realidade. Espi-
ritualização, canalização. Serenidade. Transcendência-a capaci-
dade de lidar com todas as situações sem deixar-se arrastar por
elas. O ponto de equilíbrio.
QUESTÃO: A questão deste chakra é a transcendência. O que
quer dizer: a nossa capacidade de perceber os caminhos a seguir
de um ponto de vista acima dos obstáculos que se põem à frente
dos nossos olhos. É a transcendência da consciência sobre a maté-
ria, possibilitada pela Compreensão da Verdade. É ter o canal para
outras dimensões que nos indicam o rumo constantemente aberto,
em funcionamento. É viver no "estado de canalização", ou estado
de graça, ou, na Plenitude, na calma de se saber o que se é. A
Espiritualização (sem desligamento da matéria, pelo contrário,
com total integração). O Equilíbrio.
PEDRAS: Quartzo branco ou cristal branco, Cristal fantasma,
Cristal rutilado, Calcita ótica, Bastão de massagem, Olho de
tigre, Pedra do sol, Pedra da lua, Pirita, Leopardita (pele de
cobra,
pele de leopardo, leopard), Pedra da neve (snow stone), Aglome-
rado branco.

'CHAKRA DE BASE:

PALAVRA-CHAVE: Concretização.
COR: Marrom, preto.
LOCALIZAçÃO: Na sola dos pés. Consideramos sua faixa como
indo das coxas até os pés.
Inclui: todos os problemas musculares, vasculares e -
seos, dos pés, pernas, joelhos e coxas. Este chakra rege os
proble-
mas ósseos em geral, os músculos, enfim, tudo que é sólido no
organismo. Rege as dificuldades de concretizar nossas decisões e
enraizar nossa vida em conquistas. A fixação objetiva e palpável
dos nossos valores. A capacidade de nos entendermos com a nossa
situação
realidade. De abrir e construir nossos caminhos, de avançar por
eles. A firmeza, a solidez, a estabilidade. O medo de ser
derrubado.
QUESTÃO: Neste chakra vamos tratar da nossa estabilização em
relação aos componentes concretos da nossa vida. Isto vai desde a
conquista e solidificação das condições materiais que conside-
ramos necessárias para esta nossa estabilidade, até o reconhe-
cimento e entendimento das circunstâncias objetivas com as quais
convivemos-os limites-e da maneira como lidar com elas. Isto
significa ao mesmo tempo estar fixado e enraizado na nossa
reali-
dade, sem derrapar nas ilusões e auto-enganos, e, ao mesmo
tempo, tendo a nossa própria raiz como ponto de partida, abrir e
deslanchar nossos caminhos - que só podem ser construídos
sobre os nossos próprios alicerces.
Conforme explicamos anteriormente neste livro, quanto
mais coadunados com a nossa realidade estamos, mais fortaleci-
dos e sólidos nos encontramos, mais protegidos contra qualquer
ataque porquanto menos vulneráveis e fragilizados. É função,
pois, também deste chakra, a proteção em geral, de pessoas, am-
bientes, situações.
PEDRAS: Turmalina preta, Quartzo fumê ou cristal fumê, He-
matita, onix, Sardônix.

'Áreas Intermediárias:

ENTRE O TERCEIRO E O QUARTO CHAKRA:
PALAVRA-CHAVE: Auto-exigência.
COR: Verde amarelado, verde limão.
LOCALIZAÇÃO: Na área de passagem entre o estômago e o
coração.
Inclui: baço e vesícula, pâncreas, Diabetes.
QUESTÃO: Esta é a área onde vou aprender a gostar de mim. A
ser mais doce comigo, abrandar meu nível de auto-exigência e,
conseqüentemente, de exigência com o outro. É onde vou perdoar
os meus fracassos, melhorar meu autoconceito e meu autojulga-
mento. Abrandar minhas culpas, melhorar minha instabilidade de
humor, minha amargura. É onde aprendo a dar colo a mim mesmo.

'ENTRE O QUARTO E O QUINTO CHAKRA:

PALAVRA-CHAVE: Auto-expressão.
COR: azul esverdeado, verde azulado.
LOCALIZAÇÃO: No alto do peito, na passagem entre o coração
e a garganta.
Inclui: problemas da fala, timidez, gagueira, Depressões
por estresse, psicose manfaco-depressiva, Estresse.
QUESTÃO: A questão aqui é a expressão da afetividade, das
emoções, das coisas que nos emocionam e como nos emocionam.
A dificuldade de chorar, de falar de afeto, de mostrar a raiva.
Todas
estas emoções retidas nos "engasgam", causando problemas nos
canais de respiração e fala (laringe, faringe, cordas vocais), im-
pedindo a fluência das nossas atitudes, da nossa expressão do que
é importante e tem significado para nós. Conseqüentemente, tudo
que fica preso, entalado nesta área vira tensão, estresse,
desgaste.
Tratamos, pois, aqui, do estresse, que é o desgaste conseqüente do
esforço de retermos o que deveria ser posto pra fora e que acaba
implodindo, causando uma depressão física ou emocional, que
pode chegar até a problemas regulares neste sentido, como a
psicose maníaco-depressiva, a timidez ou a gagueira.
PEDRAS: Amazonita, Turguesa; Crisocola, Agua-marinha.
PEDRAS: Crisopraso, Talco.


Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

PEDRAS QUE NÃO SÃO PEDRAS

ABALONE, ÂMBAR, CORAL, MADEIRA PETRIFICA-
DA e PÉROLA; embora utilizados por muitos como pedras, não o
são. Têm formáção diversa, por aglutinação de resíduos vegetais
e/ou minerais. Possuem uma energia viva, como qualquer ser da
natureza, porém não o movimento magnético próprio das pedras.


Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

Nota:

Virgínia Cavalcanti foi minha professora de cristais, fiz o curso com
ela em, agosto de 1990.
Ela é uma ótima pessoa e o curso foi ótimo.

OS "KITS"

Os "kits", como os chamamos carinhosamente, são con-
juntos de pedras que têm sido utilizados em algumas situações
específicas. São eles:

'Kit criança: são as pedras pelas quais as crianças geralmente

demonstram preferência. São aquelas que devemos dar a
elas, preferencialmente, pois vão ajudar de maneira básica
em sua formação. O kit criança é composto de:
Amarelo (citrino, de preferência, ou topázio. Significa: achar
o eu).
Rosa ou verde (geralmente, quartzo rosa ou turmalina verde.
Significa: gostar de mim).
Azul (de preferência, sodalita. Significa: expressar o eu).

'Kit vestibular: utilizado nas situações de teste, como vestibular

ou concursos. É composto de:
Azul ou branco (cianita e quartzo branco funcionam bem)
para dar clareza.
Fumê (ou turmalina preta) para dar chão.
Um calmante (quartzo rosa, turmalina verde, a ametista,
fluorita e água-marinha são os preferidos em geral).

'Kit firmeza: para casos de perda de rumo em geral. Principalmen-

te os que se expressam por excessivo consumo de bebidas
e/ou drogas, e depressão, ou doenças infindáveis sem razão
aparente. O kit firmeza é composto de:
Fumês ou turmalina preta para dar chão.
Azul ou branco (de preferência cianita ou quartzo branco)
para dar clareza.
Pedra da área que está causando o problema, se for localiza-
da. Por exemplo: se for por dinheiro, falta de realização
profissional ou desemprego, usar amarelo. Se for por questão
afetiva, rosa. Se o problema for sexual ou falta de atitude,
vermelho. Caso a causa não seja visível, use apenas as duas
outras pedras.
Nestas situações, pode-se pedir um equilíbrio geral para a
pessoa, à distância, colocando todas as pedras sobre o seu
nome escrito num papel, como se fosse seu corpo, e ener-
gizando este circuito. Ou pode-se, não se tendo todas as 3s

pedras, usar uma preta e uma branca, o que fará um balan-
ceamento "pelas pontas". Pode-se ainda manter com a pes-
soa, se for possível, uma pedra preta e uma branca. Recomen-
da-se vivamente nestas situações o fechamento do buraco
áurico (ver o livro Para Mim Apenas o Melhor).

'Kit operação: para ser usado nos casos de cirurgia em geral.

Compõe-se de:
Ametista: vale como cicatrizante e controla os efeitos descon-
trolados da anestesia. Boa também para edemas e dor. No
caso do edema pode-se usar a fluorita, também boa para dor.
A pedra pode ser pregada, se possível, o mais próximo do
local do corte, e/ou colocada na água que o paciente bebe,
e/ou na cabeceira.
Quartzo rosa: para acalmar a angústia e ansiedade.
Citrino: para evitar vômitos.
Pedra da área que está sendo operada, qualquer uma.
Sempre que possfvel, o ideal é que as pedras do kit operação
sejam pregadas, ainda que envoltas em gaze, no corpo do
paciente. A ametista o mais próximo possível do corte, o
citrino no estômago, a rosa no coração entre os mamilos, a
pedra da área junto com a ametista. E que, deste modo, as
pedras acompanhem o paciente à sala de operação. Pode
também ser acrescentado a este kit um quartzo verde, sempre
bem-vindo nos casos de cura.


Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TURQUESA

Pedra da tristeza profunda. Do pesar.

A turquesa pode ser encontrada no relato das tão antigas
aventuras de Marco Pólo, quando é citada como a pedra que foi
usada por uma pessoa que perdeu o ser amado para aliviar o luto,
a tristeza profunda. Este é o seu papel principal: aliviar o
"cha-
grin", a sensação de luto, o buraco no peito, aquela tristeza
profun-
da que nos toma e parece que vai durar para sempre. Muitas
vezes,
uma tristeza aparentemente sem motivo.
Portanto, a turquesa vai ser um bom auxiliar no tratamen-
to dos tipos de depressão em que este pesar está presente, assim
como nos casos de psicose maníaco-depressiva. Boa para pessoas
que falam muito em suicídio, ameaçando livrar-se da vida com a
qual não conseguem lidar, o que as faz sentir-se num "buraco"
(aliar, neste caso, ao crisopraso, e, depois de alguma melhora,
ao
amarelo e ao fumê).

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TURMALINA VERDE

Pedra da organização emocional.

A turmalina verde é uma pedra extremamente doce, que
tem uma propriedade particular: a de organizar as nossas emoções
quando elas estão muito confusas. Isto é tipico, por exemplo, das
situações em que as pessoas acabam de se separar, e as emoções
puxam para todos os lados ao mesmo tempo. Então a gente não
sabe se contrata uma empregada, compra uma bicicleta, viaja para
a Europa ou fica embaixo da cama. Neste momento, a turmalina
verde exerce uma ação "mágica", organizando esta bagunça de
sentimentos, colocando cada emoção no seu veio certo.
Por isto mesmo, no campo físico, vai tratar de tudo aquilo
que se refere a veias: circulação, varizes, pontes de safena,
flebite,
etc. É também um ótimo calmante e as crianças costumam se dar
muito bem com ela.
No entanto, recomendamos que, por ser esta uma pedra
que nos deixa muito de bem com a vida, seja utilizada ao lado de
uma das pedras de proteção (cristal fantasma, quartzo fumê ou
turmalina preta), para evitar que abramos ingenuamente nosso
coração e nossos flancos e sejamos usados pelos outros in-
devidamente.
é muito boa também no tratamento da vesícula e do
fígado, alternada, neste caso, com a turmalina preta.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TURMALINA ROSA

Pedra das possibilidades afetivas.

A turmalina rosa é a pedra do estuário, quer dizer, como
o estuário de um rio, abre os caminhos para o mar, que é o nosso
grande encontro afetivo. Ou os encontros importantes. No entan-
to, não há estuário que chegue ao mar se o rio está seco. Portanto,
primeiro temos que nos preencher afetivamente (quartzo rosa)
para depois dizer: "Estou pronto para tentar outra vez."

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TURMaLINA PRETA

Pedra da proteção.

A turmalina preta vai atuar, assim como o quartzo fumê e
o cristal fantasma, na ação de proteção (vide explicações onde
falamos sobre o chakra de base), e também vai nos ajudar a
concretizar nossos caminhos e lidar com a realidade que nos
cerca.
Tem a capacidade química de exercer uma combustão das
energias. Portanto, funciona como uma espécie de transformador,
captando as energias negativas e tornando-as positivas, em lugar
de apenas rechaçá-las, deixando que permaneçam no ambiente.
Vamos, pois, no campo físico, usar a turmalina preta para
tratar do transformador do nosso organismo, ou seja, o fígado.
Isto
inclui de ressacas a hepatites. Pode-se usar a pedra no bolso,
na
água de beber, pregada sobre o local ou simplesmente junto à
pessoa. Como a turmalina tende a concretizar, pode prender o
intestino. No caso de um uso mais constante, se isto ocorrer,
alterne-a com a turmalina verde.
No "departamento bruxaria", a turmalina preta tem sido
usada com sucesso para afastar pessoas indesejáveis. Coloca-se
sobre o nome da pessoa escrito num papel a turmalina e um
quartzo rosa, o que significa: "seja feliz e me esqueça" - ou
seja,
é um modo de pedir o afastamento com harmonia. Caso a pessoa
esteja pesando demais, coloque o papel com seu nome e as duas
pedras dentro de um copo d'água com sal grosso: o sal
neutralizará
sua atuação.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TURMALINA AZUL

Pedra da boa conversa. Da negociação.

A turmalina azul, como todas as turmalinas, é uma das
pedras que têm "caminhos", ou seja, têm veios, sulcos na sua
estrutura. Portanto, encaminha bem, estruturalmente, a mão du-
pla da comunicação, o falar e o escutar. Promove as conversações
precisas, as boas negociações, no sentido de se encontrar os
argu-
mentos corretos. Ajuda a achar a palavra certa nas conversas em
geral. A dizer e ouvir as coisas como realmente são, sem engodos
e distorções.
Trata bem de toda a área azul, principalmente dos ouvidos.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

SODALITA

Pedra da expressão. Da fala.

A sodalita é uma pedra básica da área azul (quinto chakra).
Muito boa para quem tem dificuldades de comunicação em geral,
principalmente dificuldade de falar, por motivos emocionais ou
físicos. Cuida muito bem dos problemas orgânicos da área, coisas
como disfunções da tireóide, tosse, dor de garganta, etc. Faz bas-
tante efeito quando utilizada na água de beber.
A sodalita também se encontra entre as favoritas das crian-
ças, pois é uma pedra fundamental para ajudar a expressar o eu.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TOPÁZIO

Pedra do progresso.

Por progresso entendemos a possibilidade de encami-
nhamento do nosso eu no mundo. A viabilização dos nossos
caminhos, a abertura para a realização dos nossos desejos. O
topázio vai cuidar de nos fazer entender quem somos e como
melhor nos aplicarmos. uma pedra, pois, que trata bem das
conquistas, do enriquecimento, da alegria de viver, do orgulho
de
si mesmo, justificado.
Embora trate das mesmas questões que o citrino, é mais
referente ao aparelho respiratório, que simboliza justamente esta
viabilização do nosso ser no mundo. É altamente eficaz na cura da
asma, bronquite e dificuldades da respiração em geral, incluindo
aí o câncer de pulmão.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

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Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

TALCO

Pedra da caricia.

O talco é uma pedra utilizada industrialmente para fazer
talco, e difícil de encontrar à venda no comércio. Tem atuação
similar à do crisopraso, no sentido de nos fazer sermos mais
doces
e menos exigentes conosco, e também com os outros, perdoar os
nossos "fracassos". Com este intuito, o talco vai levantar,
trazer à
tona os nossos talentos escondidos, para que possamos enxergar
e apostar naquilo que temos de mais valor (neste aspecto,
asseme-
lha-se à atuação também da pirita).
Como o crisopraso, é uma pedra para as pessoas que têm
dificuldade de tocar a si mesmas e aos outros, de acariciar.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

SERPENTINA

Pedra do movimento. Do deslocamento.

Não existem muitas referências ao seu uso, mas é conside-
rada uma pedra que dá suporte a qualquer tipo de deslocamento,
mais no nível concreto. Boa para viajantes em geral.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

SARDONIX

Não temos referência específica da utilização do sardônix.
Mas esta pedra é uma mistura de ônix com sardo, o que faz com
que seja um ônix com caminhos por vezes brancos outras marrons.
Pode, assim, ser utilizada nas funções do chakra de base. Ou do
ônix, pois deixa uma brecha na parede. No nosso trabalho, porém,
não a utilizamos.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

RUTILADO

Pedra da iluminação.

Os cristais rutilados são geralmente brancos, por vezes
fumê, e apresentam dentro uma espécie de fios dourados que são
os rutilos. Estes rutilos são derivados do titânio, um metal usado
onde é necessário estabelecer as ligações mais leves e mais resis-
tentes. Como na construção de pontes de grande porte, ogivas
nucleares, naves interplanetárias, carros de fórmula um, etc.
Logo,
o cristal rutilado vai exercer este papel na nossa vida: toda
vez que
temos que nos lançar numa empreitada mais ousada, que pede o
uso de todo o nosso potencial, nosso esforço máximo, aquela em
que estamos jogando todo o nosso cacife, ele vai amenizar este
esforço, propiciando que, dentro da tentativa, encontremos o ca-
minho mais sólido e ao mesmo tempo menos pesado, mais agra-
dável, até, de conseguirmos abrir os caminhos.
Ou pelo menos, de ter a compreensão, a clareza da situa-
ção, porque os rutilos são caminhos de luz. Nos levam à ilumina-
ção. Como toda presença de dourado, permitem que mergulhe-
mos num contato nítido com outras dimensões, enxergando
dentro do desconhecido, vendo no escuro - nem que seja apenas
como se riscássemos um fósforo para ter um vislumbre. E nos
localizarmos para prosseguir nos movendo.
Vai tratar, portanto, das ligações sutis em todos os sentidos
- como casos de ligações nervosas mais delicadas, usos de mar-
capasso, etc. Dos casos em que se ultrapassa a fronteira do co-
nhecimento racional, como psicoses, excesso de bebida e drogas,
paraplegias e paralisias.
Quando se busca a iluminação a respeito de uma questão,
usa-se o rutilado sobre o chakra correspondente ou junto a uma
pedra deste chakra.
Segundo Fréderic, o Mestre do Astral que me acompanha
e com quem venho desenvolvendo este trabalho, junto com meus
alunos e leitores, os rutilos são "a cristalização da poeira cósmica
no mundo da matéria. Pois quando as estrelas caminham no
escuro do universo deixam atrás de si um rastro de energia, que é
essa poeira cósmica a qual, ao ser projetada no campo físico, vai
se
materializar nos rutilos destes cristais. É por isto que os
rutilados
são os cristais que iluminam os caminhos no escuro das vivências".

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva