Seguidores

domingo, 3 de janeiro de 2010

AATUAÇÃO DOS CRISTAIS

cristal é um sintonizador, e como tal deve ser utilizado.
Ele não é a solução final dos seus problemas. É o botãozinho que
vai lhe permitir acertar os ponteiros confusos e encontrar o
cami-
nho para a saída, livrar-se das interferências.
Como se dá esta atuação? Através da ativação da espinha
dorsal energética.
O campo energético universal se divide em faixas de fre-
qüência energéticas, que são vibrações mais ou menos intensas,
que formam campos mais, ou menos, densos.
Onde a energia é menos densa, mais rarefeita, mais abs-
trata, há uma mistura harmônica e natural de tudo que existe. É o
que chamamos o todo, a perfeição.
À medida em que estas freqüências se adensam, aglutinan-
do as partículas de energia em corpos concretos, materializados,
passa a haver uma divisão inevitável, pois cada grupo de partícu-
las que se junta forma um corpo físico separado dos outros. Ou
seja: tudo que é materializado existe dentro e em função dos
limites, isto é, das fronteiras que determinam as diferenças palpá-
veis no mundo da forma.
Há um limite sempre, uma fronteira, entre cada compo-
nente do campo físico: entre o quente e o frio, claro e escuro,
duro
e mole, etc. Até um certo ponto, por exemplo, é dentro. Alcança-se
o limite. Dali em frente, passa a ser fora. Até um certo ponto, é
cedo. Depois da fronteira, passa a ser tarde. E assim por
diante.
Nós, que vivemos no campo físico, que somos matéria,
somos, pois, pautados pela existência inevitável destes limites. E
é dentro deles que precisamos, como num labirinto, numa corrida
de obstáculos, aprender a achar qual é o nosso caminho. Buscamos,
todo o tempo, encontrar uma situação em que não existam estas
limitações ao que desejamos, à maneira como queremos que nossa
vida aconteça. Buscamos nos livrar da incômoda sensação do
impedimento dos desejos: buscamos a liberdade. Mas como alcan-
çar isto, se o limite é inerente ao nosso campo de existência?
Muito bem: como qualquer resultado de uma emissão
energética (tal, por exemplo, uma música que vem da emissora de
rádio), quanto melhor sintonizados com a fonte geradora, mais
clara e nítida será a recepção e o acontecer deste resultado.
A Fonte (que podemos chamar de Deus, se quisermos)
representa a Perfeição, o Ideal. Ali, todos os elementos estão
contidos numa convivência pacífica, atuando uns sobre os outros,
sem a agressividade do que chamamos de conflito. É o estado de
Harmonia soberana. Portanto, atenção: a Perfeição não é causada
pela ausência de "certos" elementos que nos parecem perturbado-
res da Ordem. A Perfeição é o perfeito equilíbrio dos contrários que
se confirmam entre si, é a convivência harmoniosa de todos os
elementos contidos num campo ou situação. É o todo. A Plenitude.
É Deus.
porque, quando nos referimos a Deus-ou à Fonte-
utilizamos as expressões onisciente, onipresente, etc. Sempre co-
locamos o aposto omni - que quer dizer todo, para reforçar as
idéias de que Ele está em toda parte, de que Ele tudo pode, etc.
Ou
seja: Deus é igual a tudo, ao todo, à Plenitude. Ele é a semente
que,
por gerar todas as coisas, obrigatoriamente, tem que tudo
conter.
Ora, se assim é, e se o Universo por Ele gerado se mantém num
estado de equilíbrio, é porque é possível que tudo o que existe
conviva pacificamente, em harmonia.
Por que então nos sentimos nós, seres humanos, que so-
mos uma ponta, um resultado dessa emissão energética perfeita,
constantemente desequilibrados, desarmonizados e fora do prumo?
É muito simples: à medida em que estas freqüências ener-
géticas emitidas pela Fonte se aproximam do campo material, elas
saem do seu estado original de plenitude, onde não existe divisão
palpável, e começam a se individualizar, através do processo de
limitação, de criação dos limites.
Ora, nós, que vivemos exatamente neste campo dos limi-
tes, não podemos, necessariamente estar, como Deus, em todos os
lugares ao mesmo tempo e experimentar todas as coisas simulta-
neamente. Somos, pois, submetidos a um constante e ininterrupto
processo de escolha.
Daí, criamos uma categorização que não existe além do campo
material, de bom e ruim, segundo a qual exercemos estas nossas
escolhas. A cada momento tenho que decidir de que lado da
fronteira vou seguir meu caminho - se como ou fico com fome,
se minto ou digo a verdade, se saio ou se permaneço, etc. Então
sou obrigado a recorrer a estas categorias para escolher, pelo
menos teoricamente, o que parece bom" para mim naquele mo-
mento da escolha.
Ocorre que, como o nosso contexto de existência é imen-
nsamente conturbado por todo tipo de interferências, fácil e
cons-
tantemente nos confundimos, perdendo a percepção do que é
realmente o bom para nós e nos atirando naquilo que parece ser o
bom naquele instante. E aí é que perdemos o rumo e nos desequi-
libramos.
Então aqui vai uma dica imensamente importante: só al-
cançaremos o estado de equilíbrio, a conexão mais clara possível
com a fonte, a perfeição desejada, quando formos capazes de parar
de nos julgar. "
A imagem "piegas" do Amor, enquanto sentimento que
representa a Harmonia, é muito mal apropriada pelo ser humano.
Esta conotação quase pejorativa, que dá uma idéia de que "amar"
é meio igual a ser bobo, é uma maneira que o ser humano encon-
trou para desvalorizar aquilo que mais deseja e menos consegue,
ou seja, amar e ser amado, viver num estado perene e imper-
turbável de amor. É sempre mais fácil atacar e diminuir aquilo que
não alcançamos do que reconhecer o nosso fracasso e incapacida-
de.
O amor é o estado de compreensão. Quando dizemos
"Deus é Amor", isto significa que "Deus é a situação em que tudo
está compreendido". Portanto, quando existe amor, não existe
julgamento. Nada está excluído. A presença do amor não escolhe,
contém. Posso ter discernimento e crítica a respeito de alguém que
eu amo, mas não excluo nenhuma de suas partes-eu compreendo
todos os elementos que compõem esta pessoa. Por isto, o gesto que
simboliza o amor, o afeto, é o abraço, dentro do qual o objeto
amado fica completamente compreendido. Mais ainda, quando nos
acoplamos a alguém através de um ato de amor físico (físico?),
levamos esta ação de compreensão ao ponto extremo da fusão, ao
momento do orgasmo em que nos confundimos inteiramente com
o universo e todo e qualquer limite desaparece.
No entanto, o estado de orgasmo, esta fusão ilimitada com
tudo o que existe, esta sensação de Plenitude, não acontece apenas
através da ligação com outro ser humano. Pelo contrário, ele é fruto
de um contato total com nós mesmos e isso ocorre através de um
parceiro quando esta ligação nos remete ao que somos e nos permite
exercermos o nosso ser da maneira mais completa.
Vamos então entender como podemos "driblar" a situação
dos limites dentro dos quais existimos e alcançar a plenitude, a
harmonia, a perfeição.
É o seguinte: os limites que conhecemos se referem ao que
temos ou fazemos - jamais ao que somos. O SER é uma particula
essencial e intocada do todo universal, é a reprodução da fonte
macrocósmica na instância microcósmica em que nos percebemos
existindo neste momento. Quer dizer: o que somos, cada um,
contém necessariamente todas as possibilidades de acontecimen-
tos, um potencial infinito, já que reproduzimos a própria
estrutura
da fonte. É como se fôssemos uma semente recém-saída de um
fruto, mas que foi gerada de uma semente original que provocou
raiz, caule, flor e o fruto até chegar à nova semente - cada um de
nós-que reproduz e contém as mesmas possibilidades da semen-
te primeira da qual se originou.
Como esta semente nova vai desenvolver e o que vai acon-
tecer concretamente a partir de sua existência, vai depender das
condições do campo real onde ela vai ter que se desenvolver.
Algumas de suas possibilidades potenciais poderão ser até com-
pletamente impedidas de germinar por causa das circunstâncias,
dos limites - mas isto não quer dizer que ela não contenha este
potencial no seu estado original de ser, naquilo que ela é.
Esta é a relação de Deus, da Fonte, com os seus seres
originados: uma Semente que gera diversas sementes com igual
potencial e possibilidades. Que serão condicionados pelo campo
onde vão brotar.
Isto quer dizer que o SER, em si, é livre. Mas as condições
que o cercam, muitas vezes, são aprisionantes. Assim, sementes
completas que somos, vamos lutar com unhas e dentes buscando
atravessar as condições adversas para dar o fruto mais sereno e
sólido, e permitir a continuidade gerando novas sementes em
condições cada vez mais ideais de existência.
Toda vez que nos voltamos para a realidade do SER,
daquilo que realmente somos, conseguimos não ser derrubados
pelos limites ao que pretendemos ter ou fazer. O ser é
permanente,
o ter e o fazer, transitórios, passageiros. São apenas
circunstâncias.
Porém, de uma forma natural, nos confundimos. E então
entramos num estado de desânimo e desestruturação por não
perceber que as circunstâncias passarão, e, se tivermos consciência
do que somos, sabemos que permaneceremos e temos apenas que
lidar com as mudanças.
Como aprender a diferenciar? Prestando atenção. Sou, por
exemplo, uma pessoa honesta, empenhada em realizar um traba-
lho que posso e quero fazer. Mas a circunstância é de que só posso
realizá-lo se for desonesto e eu me recuso, vivenciando uma sen-
sação de impedimento e perda. Sou uma pessoa pronta para amar,
encontro alguém que me parece ideal e a pessoa, às vezes até
não admitindo me amar, se recusa a entrar na relação. Sou uma
pessoa
com um intenso desejo de viajar, mas o dinheiro que tenho não é
suficiente. Se eu começar a me convencer de que eu é que sou
incapaz, incompetente, fracassado, sem entender que são circuns-
tâncias que não se acasalam, não se coadunam com aquele instante
do meu ser que se projeta numa possível ação ou posse, se acredito
que estou errado por não ter conseguido, estou perdido. Da mes-
ma forma que não posso me pôr como eterna vítima das circuns-
tâncias, como se eu não fosse capaz de atuar sobre a minha própria
vida, não tivesse responsabilidade alguma.
Eu, o SER, atravessarei todas as situações, interagindo com
elas num processamento de influências mútuas que moldam o
curso do universo, mas jamais me tornarei nenhuma das circuns-
tâncias que me cercam. As negativas-assim como as afirmativas
- desta interação são apenas parte do caminhar, nada mais. E
assim devem ser vistas.
Se não posso realizar meu projeto sem violentar minha
honestidade, se não posso ter a relação porque o outro se recusa
se o dinheiro que tenho não me deixa fazer a viagem, isto não é
um atestado de incapacidade. Isto é uma não confluência de
elementos. Isto é uma conjugação que não aconteceu. Da mesma
forma que em outros momentos, outras acontecerão. E, quando as
realizações acontecem, devemos ter em mente, igualmente, que as
conquistas também são conjugações circunstanciais e, portanto,
igualmente passageiras.
Lembre-se sempre: nada, acerto ou erro, depende exclusi-
vamente de um único lado. Sempre é um ato conjugado.
Se mantivermos a consciência de que o SER permanecerá
intacto - abalado momentaneamente, talvez, pela decepção ou
pela euforia - mas inteiro em sua essência e qualidade, consegui-
remos nos sentir livres, e não sermos subjugados pelas circuns-
tâncias. Ultrapassaremos os sofrimentos momentâneos sem ser-
mos por eles derrubados como se fossem uma situação definitiva,
e jamais nos desligaremos da esperança. Principalmente, nunca
nos cobraremos o que não é para ser cobrado.
A compreensão de que somos o que somos, e na inter-
relação com os limites circunstanciais conseguiremos ou não exer-
cer as possibilidades do nosso ser, é intensamente libertadora.
Vai
permitir que não nos julguemos todo o tempo. Que compreendamos
o que somos - ou seja, que aprendamos a amar a nós mesmos.
Esta compreensão do SER, sem culpas e sem cobranças, resgata a
nossa auto-estima, o nosso amor-próprio. E nos permite estar bem
em qualquer situação - porque sabemos sempre que outra virá e
acompanharemos a mudança, aproveitando as nossas chances.
A auto-estima equilibrada gera a autoconfiança e nos faz
ficar de bem com a Vida, abre os nossos canais de relacionamento
para igualmente compreender os outros e, assim, poder amar e ser
amado.
Amar a nós mesmos nos leva à Plenitude e à Perfeição.
Porque quando nos amamos, compreendemos os nossos contrá-
rios, nosso "bem" e nosso "mal" - sem julgamentos, apenas
contendo tudo o que somos. E, quando alcançamos este ponto -
o da compreensão do que somos -, reproduzimos precisamente
a situação da fonte. Nos encontramos acima e além da pressão de
qualquer limite. E podemos dizer com segurança: "Eu sou Deus".
Ou: "Eu sou o Filho de Deus".
O segredo do equilíbrio consiste, pois, em buscar uma
conexão constante e clara com a fonte. que esta busca é todo o
tempo abalada pelas interferências do contexto em que vivemos.
E é isto que causa o nosso desequilíbrio, a desestruturação.
Como atuam, pois, os agentes energizadores, como os
cristais, no redirecionamento das nossas intenções para reconec-
tarmos com a fonte a cada vez que dela nos desviamos?
Exatamente como um sintonizador dentro de um rádio,
que limpa as interferências. As freqüências energéticas que encon-
tram "no ar", isto é, nos níveis não materializados, serão
projetadas
no campo da matéria, compondo cada um dos seus elementos,
inclusive o ser humano.
A espinha dorsal energética - ou seja, a parte materiali-
zada do nosso eixo, do canal que nos liga à Fonte através de todas
as dimensões - é uma reprodução condensada de todas as fre-
qüências existentes no Universo.
Podemos imaginar isto como se fôssemos compostos de
várias faixas de freqüência. Do pé à cabeça teríamos basicamente
oito faixas, as de baixo mais densas e as de cima mais
rarefeitas.
Como se fôssemos um dial de rádio na posição vertical. E, assim
como no dial cada estação capta e transmite um tipo de assunto,
no dial da nossa espinha dorsal cada faixa vai responder por uma
questão.
Quando uma das nossas "estações" - ou seja, uma ques-
tão da nossa vida - é atingida, sofre uma interferência, recor-
remos a qualquer instrumento que nos permita sintonizar no-
vamente a freqüência perturbada, restabelecendo o equilíbrio
energético.
Estas diversas freqüências energéticas são por nós identi-
ficadas como cores. Quanto mais "pesadas", compactas, densas as
vibrações destas freqüências, mais escuras as cores de que as
chamamos, até chegar ao preto, que corresponde a uma densidade
total, a um campo fechado. Quanto mais "leves", rarefeitas, mais
claras as cores com que as identificamos. O que chamamos de
cores
são impressões visuais que nos ocorrem quando nosso olho foca-
lizá cada uma destas diversas e diferentes densidades de freqüên-
cia energética.
Quando uma pedra contém alguma cor, isto significa que
ela possui a capacidade magnética de captar e emitir ondas
corres-
pondentes à freqüência que identificamos como aquela cor es-
pecíffica. Simbolicamente (ou fisicamente?) tal pedra vai atuar
como equilibrador da questão regulada por esta faixa de vibração.
Vai "limpar" o fluxo energético, reorganizando os componentes
do campo.
Assim, quando uma questão qualquer em nossa vida sofre
uma interferência, utilizamos - o que significa conviver de qual-
quer maneira com a pedra - o cristal correspondente àquela
questão para sintonizar e rearmonizar a freqüência e, conseqüen-
temente, o eixo, fazendo fluir melhor a nossa vida em todos os
sentidos.
A ORGANIZAÇÃO DOS CHAKRAS
O que chamamos de chakra é o exato ponto de encontro
- ou de passagem - entre o que é matéria e o que não é matéria.
É o ponto em que a energia abstrata se torna matéria e vice-versa.
Portanto, quando queremos trabalhar esta conexão, trabalhamos
sobre este ponto.
Isto quer dizer: jogamos o tipo de energização que estamos
utilizando - respiração, cor, cristal, mão, etc. - sobre o ponto do
corpo que determinamos como sendo um chakra, para equilibrar
o contato, naquela faixa de freqüência, entre a sua porção material
e a não-material.
Ou seja: a cada uma das faixas de freqüência que compõem
o nosso dial, o dial da nossa espinha dorsal energética, chamare-
mos de chakra e representaremos por uma cor. Quando traba-
lhamos, pois, a eliminação das interferências que permitem a
realização no campo material de tudo que é emitido de outras
dimensões para nós, vamos trabalhar sobre o ponto do corpo, a
área física que chamamos de chakra e utilizaremos a energia pura,
ou a cor, que ative a parte do fluxo interrompida.
Assim como uma estação de rádio, cada chakra vai captar
uma onda no ar e colocá-la no contexto onde o aparelho (= nós
mesmos) se encontra, de uma forma palpável. Se sintonizamos na
estação "A", ouviremos uma transmissão de esportes, na "B", jazz,
na "C", noticiário. Do mesmo modo cada chakra vai emitir um tipo
de questão. Vejamos, então, quais são estas correspondências.
Antes, porém, gostaríamos ainda de fazer uma observação
fundamental: o que nos protege e nos equilibra não é a presença
fisica
do cristal - nem de nenhum outro energizador - mas o fato de
que este instrumento nos estrutura, estrutura e solidifica a
questão
correspondente em nossa vida, fortalecendo-a e nos tornando
pouco vulneráveis.
O exemplo mais nítido disto é exatamente o chakra de
base, ou seja, aquele que significa a proteção. Ou, como se diz
popularmente, "proteção contra energias negativas". E o que são
energias negativas? São "forças ocultas" que nos derrubam à nossa
revelia? Claro que não - são os espaços não ocupados pelo nosso
positivo, isto é, pelo nosso acontecer, pela nossa concretização,
pelo visível e palpável.
Este chakra, o chakra de base, quer dizer concretização. Pé
no chão, em todas as coisas concretas da nossa vida. Localiza-se
na região dos pés. É a formação da raiz. Quando dizemos, pois, que
as pedras desta área (turmalina preta e quartzo fumê, basicamen-
te) nos protegem, não estamos querendo significar que a presença
física da pedra em nosso ambiente vai se interpor, tal um "super-
herói", entre nós e as "energias negativas" que nos "atacam". Não
se trata disto. A pedra, conforme já explicamos, vai atuar como
equilibrador da questão abalada.
No caso deste chakra, a questão é a nossa firmeza na
concretude dos nossos caminhos, o nosso entendimento com a
nossa realidade concreta e objetiva, menos frágeis e vulneráveis.
Mais imunes aos "ataques" de qualquer tipo - dos quais, aliás,
nem nos lembramos quando estamos bem, nos sabendo em chão
firme. E é esta firmeza, trabalhada e encaminhada, sim, pelo uso
do cristal, que vai de fato ser a nossa proteção, e não qualquer
outra
coisa fora de nós.

Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.