Esta pedra nos permite ter discernimento e critério dentro
das nossas vivências que envolvem qualquer grau da afetividade.
Serve desde as situações em que nos vemos envolvidos com uma
paixão e queremos ter uma idéia clara de com quem e com o que
estamos lidando, até aquelas em que nossa auto-estima está em
jogo. Como no caso de Vítor C., que decidiu oferecer seus
projetos
de trabalho nos Estados Unidos e andou acompanhado de uma
rodonita. Isto lhe permitiu entender que as recusas que levou não
se deviam ao fato de que seu trabalho não tinha valor, mas sim a
outros fatores mais objetivos, relativos aos critérios das
empresas
que procurou. Com este pé no chão, não sofreu abalos em sua
auto-estima e pôde prosseguir em sua tentativa até encontrar
quem estivesse interessado em seu trabalho. A rodonita ajudou-o
a não criar "fantasmas" que pusessem em dúvida sua autovalori-
zação.
A rodonita já foi usada por mães e pais que precisavam
lidar melhór com seus filhos. E há um caso interessante: Maria de
Fátima era uma mulher altamente insatisfeita com o seu marido,
e tinha seguidos amantes. Começou a usar a rodonita e percebeu
que "a galinha da vizinha" não era a melhor - ou seja, que o »
marido que tinha em casa era um homem de ouro, que ela não
o perdeu por um triz .
Texto retirado do livro:
Cristal não é aspirina
de:
Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic
Editora objetiva

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