A pedra-da-lua vai atuar exatamente como a luz da lua
sobre uma estrada de fazenda: nos dá a luz suficiente para
perce-
bermos os contornos mais sutis. Ao contrário da claridade óbvia,
da exposição provocada pela luz solar, o clarão lunar exige uma
quietude para que a percepção seja nítida.
É, portanto, a pedra que vai trabalhar a nossa calma inte-
rior, que leva ao discernimento e à serenidade, à paz de espírito. E
nos torna preparados e receptivos para receber, nesta calma do
íntimo, do âmago, todos os estímulos e acontecimentos. Neste
sentido, por trabalhar o nosso lado receptivo, pode ser
considerada
como a pedra que trabalha o nosso princípio feminino, como o
modo de recebermos os estímulos e os fertilizarmos.
Pode ser, pois, usada para tratar, no campo físico dos
problemas considerados femininos: gravidez, fertilidade, distúr-
bios hormonais, etc.
Texto retirado do livro:
Cristal não é aspirina
de:
Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic
Editora objetiva

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