A azurita é uma pedra azul, por vezes esverdeada, que,
quando olhada contra a luz, apresenta um tom que é como a cor
da madrugada. Representa a passagem do dia para a noite e
vice-versa, da noite para o dia. Simbolicamente, nos ajuda a
passar
da superfície ao fundo das questões e retornar - isto é, podemos
entrar no poço sem permanecer no fundo, ir ao cerne das questões
mais amargas e difíceis e depois retornar.
A azurita nos defende do sofrimento. É para ser usada nas
situações específicas em que precisamos enfrentar algo muito
dolorido e difícil. Funciona muito bem em parceria com a fluorita,
que é uma pedra de superação, quando se trata de atravessar e
resolver estas situações.
Usada normalmente, vai atuar como uma pedra que nos
defende dos ataques de tudo aquilo que representa uma agressão
insuportável, gratuita, uma violentação. Aos nossos princípios e
ao nosso organismo. Ela nos deixa, na medida do possível, imunes
ao sofrimento. Impede que aquilo que nos ataca deixe marcas que
cheguem ao ponto de se tornar traumas, de ficar em nós. Impede
o enraizamento das mágoas.
No plano físico, vai tratar, pois, do sistema imunológico
como um todo, e tem sido utilizada, ao lado do citrino, nos
casos
de AIDS. Usamos também para os casos de gagueira, que é geral-
mente fruto de um receio inconsciente da pessoa de ser atacada
ao se expressar. Timidez, idem.
Texto retirado do livro:
Cristal não é aspirina
de:
Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic
Editora objetiva

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