A dolomita parece exatamente um tijolinho. Tem a cor e a
textura extremamente semelhantes, o que quer dizer que é de um
vermelho amarronzado, ou marrom-avermelhado. Densa e opaca,
ela se conota com a área de concretização (chakra de base, mar-
rom), aliada ao poder de decisão (vermelho, primeiro chakra).
Tem o poder de nos tirar das encruzilhadas. Isto não
segnifica que vai nos dizer o que fazer, mas sim que vai nos
obrigar
a andar de alguma maneira, aliviando o impasse, destruindo.
Na área física, é excelente para tratar de problemas dos
joelhos, que representam as nossas encruzilhadas na vida. Toda
vez
que estamos diante de uma dúvida cruel sobre por onde seguir, que
caminho tomar, a tendência é que surja um problema na área dos
joelhos. Neste caso, a dolomita (ou o jaspe vermelho) pode ser
usada
pregada com esparadrapo sobre o próprio joelho e/ou junto com a
pessoa de qualquer maneira e/ou dentro de uma bacia com água (em
qualquer temperatura), onde se deixa os pés repousarem durante
qualquer tempo, quando se está vendo televisão, por exemplo.
Os joelhos podem também ser tratados com o cristal fumê,
que é o "dono" da área de pés, de pernas e rege os ossos e
músculos, as coisas sólidas do nosso organismo, das mesmas
maneiras descritas acima para o uso da dolomita e do jaspe. Em
caso de dor, pode-se acrescentar ao tratamento uma das pedras
antidor, ou seja, ametista ou fluorita. No caso de utilizar a
bacia
com água, pode-se sempre acrescentar um punhado de sal, que
ajudará a equilibrar mais ainda, como cristal que é.
Texto retirado do livro:
Cristal não é aspirina
de:
Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic
Editora objetiva

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