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domingo, 3 de janeiro de 2010

ALGUMAS OBSERVAÇÕES A RESPEITO DAS PEDRAS

Falaremos aqui apenas das pedras com as quais temos
experiências suficientes para acreditar no seu ef eito e passar
adian-
te as indicações. Portanto não estranhe se este manual não lhe
parecer completo, ou se não encontrar aqui algumas pedras co-
nhecidas, como a ágata, com as quais ainda nao tivemos a oportu-
nidade de lidar diretamente. Como nosso objetivo não é convencer
ninguém da validade do uso das pedras, mas apenas passar adian-
te um instrumento que tem se demonstrado útil e eficiente, de
maneira realmente simples, não temos nenhuma preocupação de
empurrar explicações complexas ou misteriosas, muito menos
místicas ou mistificadas, pela goela abaixo de quem nos lê. Nossa
intenção é apenas fazer um relato prático do que vem acontecendo
ao longo dos nossos anos de trabalho, na vida das pessoas que
utilizam estes conhecimentos e nos dão o retorno do que lhes
ocorre. De tal modo que este conhecimento possa estar ao alcance
de outros, sem complicações ou necessidade de depender de qual-
quer tipo de guru.
Quando você for utilizar uma pedra segundo o que
aprendeu aqui ou em qualquer outro lugar, não engula o que lhe
foi dito só porgue alguém falou gue funciona. Primeiro veja se
aquilo
faz algum sentido para você. Se achar que sim, utilize o ins-
trumento da forma recomendada, e verifique o efeito. E depois
adote, se for o caso. Você pode sempre criar seu próprio método
de utilização.
Acima de qualquer coisa, respeite a sua intuição. Quan-
do ela lhe indicar alguma coisa claramente, vale mais do que
tudo
o que você possa ter lido ou ouvido a respeito. Mesmo quando
contraria as regras.
Existem pedras que são indicadas como suplementares
ou complementares. Geralmente, todas as do sétimo chakra (me-
nos o quartzo branco), e algumas outras, como a obsidiana, a
azurita, a fluorita em alguns casos, a canga rosa. Estas pedras
devem ser utilizadas ou como uma espécie de arremate, isto é, um
suplemento depois que as coisas estiverem estruturalmente resol-
vidas pelas pedras básicas da questão, ou então nos casos es-
pecíficos e transitórios em que sejam aplicáveis devemos utilizá-
las o tempo que for de fato preciso e depois, desintencioná-las,
podendo deixar que permaneçam no ambiente. Caso você sinta
que a questão da qual estão tratando está muito fragilizada, use
junto uma das pedras básicas, estruturais (geralmente as mais
"sólidas", tipo os quartzos) do chakra.
Quando nos referimos a pedras com caminho, estamos
falando daquelas que têm sulcos ou veios na própria estrutura,
como as turmalinas ou cianitas. Muitas vezes, o sulco não aparece
se a pedra foi, por exemplo, lapidada para uma jóia. Mas se você
sabe que ela tem os veios na estrutura, use-a como pedra de
caminho. Outro tipo, são os pedaços que têm uma cor básica que
se apresenta atravessada por outra cor, como se um risco abmsse
um caminho sobre a cor do fundo. Neste caso, vale a impressão
visual do pedaço que você tem na mão. As pedras que têm cami-
nho são as pedras que vão abrir caminhos ou estabelecer ligações
na área de sua cor. A pedra do caminho por excelência é o biter-
minado, ou cristal de duas pontas, que pode ser lapidado e
utili-
zado na cor que interessa ou, quando branco, usado por qualquer
cor ou acoplado com a pedra de qualquer chakrá.
Podem ser utilizadas para efeitos de energização pedras
em qualquer situação: grandes, pequenas, furadas, quebradas,
naturais, polidas, roladas, em jóia, cinzeiro, bichinho
lapidado, etc.
Energize e use do mesmo jeito. A pedra não perde a sua vibração
quando passa por um derretimento no fogo como os bibelôs, e sua
estrutura molecular é alterada.
Sempre é importante lembrar que o cristal vai levar você
ao ponto de equilíbrio por qualquer caminho possível. Não é
necessariamente ele próprio que vai operar a "cura"; no caso de
um problema orgânico, vai indicar, se for preciso, um outro
trata-
mento, até uma cirurgia. Não fique preso, pois, ao seu uso como
solução. Esteja atento à maneira como ele o levará ao melhor modo
de lidar com a situação. Suzana S., por exemplo, tinha um proble-
ma na pele, no rosto, há mais de vinte anos. Começou a usar
ametista, inclusive, lavando o rosto com a água de ametista. Um
dia estava na fila do banco quando se aproximou dela um homem
que lhe deu um cartão. Era um médico que prometeu resolver
aquele problema. E resolveu. Paulo C., aos 70 anos, era um homem
perfeitamente saudável. De repente, teve um enfarte. Por dois
meses, ficou no CTI, esperando a evolução do quadro. Teve tempo
para se acostumar com a idéia de sua fragilidade. Neste ínterim,
surgiu um problema em sua próstata, e ele saiu de um hospital
para outro, a fim de fazer uma cirurgia que resolvesse esta
questão.
Depois voltou para casa e fez dois meses de repouso. Recuperado

da próstata e acostumado com a idéia de ter um coração baleado,
teve novo enfarte e aí então fez á operação de ponte de safena.
Dentro do seu quadro, do que ocorreu, os cristais o levaram ao
melhor caminho possível: teve um tempo para se acostumar com
a nova situação, adaptar as emoções, o problema da próstata
aflorou e foi resolvido (se tivesse passado simultaneamente por
isto e pela recuperação da safena, não teria suportado), teve um
repouso físico e emocional, e só então, mais "preparado", enfren-
tou a cirurgia que o salvou. Nas melhores condições dentro do
quadro apresentado.
Precisamos estar muito atentos para não "puxar a brasa
para a nossa sardinha", isto é, ler de uma forma distorcida os
caminhos que o cristal nos indica. Como já dissemos, ele não vai
remover as dificuldades de uma maneira "mágica", nem muito
menos colocar em nossas mãos tudo aquilo que "desejamos". Este
desejamos entre aspas quer dizer que geralmente nos confun-
dimos nos nossos désejos racionais, ditados pelas conveniências e
paixões do momento, e não percebemos que, ao utilizar um ins-
trumento de energização como o cristal, ele nos levará ao que é
melhor para nós, embora não entendamos que assim o seja, no
momento em que a coisa acontece. Por exemplo: você está esperan-
do um certo telefonema. Pega um cristal da comunicação e prega
no telefone. O telefonema não acontece. Isto não quer dizer que o
cristal "não funcionou" - quer dizer que aquele silêncio, aquela
negativa, era a comunicação que você verdadeiramente tinha que
receber para não se desviar do seu caminho.
As pedras com arco-íris (são aquelas que, quando se
"bate o olho" em algum ponto delas, se tem a impressão de ver um
arco-íris, um grupinho de cores) servem para a meditação, para os
exercícios de canalização (as cores representam as dimensões de
nossas energias) e, principalmente, para promover a alegria, le-
vantar o astral. São ótimas para crianças.
As pedras que apresentam "estrelas" (uma espécie de
mancha branca que percebemos ao colocá-las sob a luz, como se
fosse um refletor, e que parece ter a forma de uma estrela que
se
desloca pela superfície da pedra. Esta estrela é encontrada geral-
mente na safira ou no rubi) servem para nos ajudar a achar sob
que
refletor devemos nos postar nesta vida, ou seja, qual é o nosso
verdadeiro lugar de destaque, nosso papel na cena e, principal-
mente, nos ajudar a perceber quando estamos na cena errada.


Texto retirado do livro:

Cristal não é aspirina

de:


Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic

Editora objetiva

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