A pedra-do-sol é uma pedra linda, encontrada nos tons de
marrom-dourado ou azul-violeta. Ambos parecem cobertos por
uma purpurina dourada, que representa o nosso brilho máximo.
A pedra-do-sol dourada vai trabalhar o nosso brilho exter-
no, diante do público, principalmente nas situações em que vamos
nos sentir testados de algum modo. Ela vai nos tornar confiantes
de que estamos sendo brilhantes e vai nos fazer passar isto,
parecer
brilhantes aos olhos dos outros. Isto não é apenas uma impressão,
pois esta pedra coloca em atividade máxima o melhor do nosso
potencial de realização, o que conduz ao sucesso, ou, pelo menos,
abre as chances para que e(e ocorra. Nos dá, no mínimo, a certeza
de que entramos com tudo e não nos permite nos sentirmos
fracassados. Sugerimos que esta pedra seja utilizada depois de
nos
sentirmos em contato com o eu, ou seja, depois de termos traba-
lhado o chakra do amarelo: Ou nas ocasiões específicas em que o
o desafio não nos peça menos do que ter que ser realmente
brilhan-
tes, uma ocasião decisiva. Não é uma pedra para se usar indiscri-
minadamente, pois sustentar o brilho exige uma estrutura sólida,
proveniente do conhecimento consciente de si mesmo. Brilhar sem
substância acaba por nos fazer ruir.
A pedra-do-sol azul trabalha num nível mais interno. Per-
mite que tenhamos o máximo uso do nosso potencial de percepção,
de intuição, de captação, de outras dimensões e, ao mesmo tempo,
que comuniquemos a este mundo à nossa volta aquilo que perce-
bemos da forma mais brilhante. É um canal direto. Este cristal
nos
dá a dimensão do nosso brilho interior, trabalha a nitidez e a
certeza das nossas idéias e da nossa expressão. Traz confiança no
nosso brilho interior, de modo que possamos trazê-lo a público
sem medo. Faz, portanto, um trabalho anterior e conjugado com a
pedra-do-sol dourada.
Texto retirado do livro:
Cristal não é aspirina
de:
Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic
Editora objetiva

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.